Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/11067/5092
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dc.contributor.authorCatela, Miguel-
dc.date.accessioned2020-02-11T11:30:35Z-
dc.date.available2020-02-11T11:30:35Z-
dc.date.issued1999-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11067/5092-
dc.descriptionPolis : revista de estudos jurídico-políticos. - ISSN 0872-8208. - N. 7-8 (1999). - p. 39-41.pt_PT
dc.description.abstractAprovada em 1976, a Constituição continha, em si mesma, uma contradição de difícil gestão jurídica: a um pluralismo político, contrapunha-se a obrigatoriedade de seguir um pré-determinado programa económico-social. Certo era que a interpretação desse objectivo permitia diversos caminhos, mas, fosse qual fosse o caminho escolhido, a direcção teria de ser a mesma.pt_PT
dc.language.isoporpt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/pt_PT
dc.subjectConstituições - Portugal - 1976pt_PT
dc.subjectEconomia - Empresaspt_PT
dc.titleA estranha revisão do conceito de sector privado da economia na alteração constitucional de 1982pt_PT
dc.typearticlept_PT
dc.peerreviewedyespt_PT
Appears in Collections:[ULL-FD] Polis, n. 07-08 (1999)

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