Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/11067/8858
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dc.contributor.advisorHipólito Fernando Manuel Domingues 1964--
dc.contributor.authorPoças, António Campinos, 1969--
dc.date.accessioned2026-07-20T16:45:05Z-
dc.date.available2026-07-20T16:45:05Z-
dc.date.issued2026-05-27-
dc.date.submitted2025-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11067/8858-
dc.descriptionTese de doutoramento em Arquitectura, Universidade Lusíada de Lisboa, 2025pt_PT
dc.descriptionExame público realizado em 22 de maio de 2026pt_PT
dc.description.abstractA integração do estudo da estrutura do espaço urbano no campo disciplinar da arquitectura decorre simultaneamente da consciência da cidade enquanto lugar de encontro e do reconhecimento que a estrutura espacial urbana é construída por factos arquitectónicos singulares. Aceitando que estes têm uma dupla responsabilidade, ao conterem internamente um sistema espacial e ao participarem na construção de um sistema espacial mais vasto trata-se, em ambos os casos, de espaço. Este tema integrasse na área científica de arquitectura, que abrange o intervalo de escalas compreendido entre a caracterização de uma atmosfera, o facto arquitectónico e a forma urbana. Considerando o caso do estuário do rio Tejo em Lisboa e da fixação humana em seu redor, podemos procurar reconhecer, através de um processo antropológico e arqueológico, qualidades originais do lugar que se podem ter constituído como razão de permanência aqui, ao longo do tempo. No caso de Lisboa podemos considerar que uma das suas qualidades enquanto cidade, lida e compreendida através da sua estrutura do espaço urbano, é orográfica. Constitui-se a cidade como território e lugar de relação visual com o rio e o estuário e o território envolvente e, através desta, de contemplação do Nascente, do mar e do Poente e de relação com o horizonte. O espaço público consolidado da cidade fixa como qualidades características do território físico que a suporta. Deste modo, a cidade é a petrificação de uma qualidade original. O seu espaço urbano, estruturando-se pela fixação de momentos chave de relação visual com o território, serve a que este se apreenda como paisagem. A cidade é um grande mecanismo de relação e compreensão do território num sentido poético. “Lisboa nasceu do rio, do largo estuário do Tejo (…).” Esta asserção pode levar-nos a aceitar a existência de uma relação entre o assentamento humano num território e a qualidade deste enquanto paisagem. Constituem-se deste modo as relações visuais da cidade de Lisboa com o rio e o estuário e o território envolvente como objecto de estudo desta investigação.pt_PT
dc.description.abstractThe integration of the study of the structure of urban space into the disciplinary field of architecture stems simultaneously from the awareness of the city as a meeting place and the recognition that urban spatial structure is built by singular architectural facts. Accepting that these have a double responsibility, by internally containing a spatial systems and by participating in the construction of a broader spatial system, it is, in both cases, about space. This theme is integrated into the scientific field of architecture, which covers the range of scales between the characterization of an atmosphere, the architectural fact, and urban form. Considering the case of the Tejo River estuary in Lisboa and the human settlement around it, we can aim to recognize, through an anthropological and archaeological process, original qualities of the place that may have constituted the reason for enduring presence here over time. In the case of Lisboa we can consider that one of its qualities as a city, read and understood through its urban spatial structure, is orographic. The city is constituted as a territory and a place of visual relationship with the river, the estuary, and the surrounding territory, and, through this, of contemplation of the East, the sea, and the West, and of relationship with the horizon. The city’s consolidated public space sets as qualities characteristics of the physical territory that supports it. Thus, the city is the petrification of an original quality. Its urban space, structured by the anchoring of key moments of visual relationship with the territory, serves to apprehend it as landscape. The city is a vast mechanism for relating to and understanding the territory in a poetic sense. “Lisboa was born of the river, of the wide Tejo estuary (…).” This assertion may lead us to accept the existence of a relationship between human settlement in a territory and its quality as landscape. Thus, the visual relationships of the city of Lisboa with the river, the estuary, and the surrounding territory are the object of study of this research.pt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/pt_PT
dc.subjectPlaneamento urbano - Portugal - Lisboapt_PT
dc.subjectEspaços Públicos - Portugal - Lisboapt_PT
dc.subjectFrentes marítimas - Portugal - Lisboapt_PT
dc.titleCidade e paisagem: a apreensão do território e a estrutura do espaço urbano em Lisboapt_PT
dc.typedoctoralThesispt_PT
dc.identifier.tid101707940pt_PT
Appears in Collections:[ULL-FAA] Teses

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