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dc.contributor.advisorRamos, Mariana Costa Brandão de Moura-
dc.contributor.advisorBraga, Ana Luísa-
dc.contributor.authorFerreira, Célia Maria da Costa Maia-
dc.date.accessioned2016-04-27T16:53:36Z-
dc.date.available2016-04-27T16:53:36Z-
dc.date.issued2013-02-14-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11067/2252-
dc.descriptionExame público realizado em 14 de Fevereiro de 2013.por
dc.descriptionRelatório de estágio realizado no âmbito do Mestrado em Psicologia Clínica.por
dc.description.abstractO presente relatório de estágio tem por objetivo apresentar e descrever, de forma objetiva e clara, o trabalho realizado no âmbito do estágio curricular do Mestrado em Psicologia Clínica da Universidade Lusíada do Porto realizado no Lar Santa Isabel - Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) em Mafamude, Vila Nova de Caia, durante os meses de Novembro de 2011 a Julho de 2012, perfazendo um total de 900 horas, sob a orientação da Dra. Ana Luísa Braga, psicóloga clínica e, diretora técnica desta instituição Neste estágio pretendi dar continuidade e aprofundar os conhecimentos adquiridos ao longo do percurso académico e, simultaneamente aplica-los na prática, no sentido de contribuír positivamente para a vivência das diferentes situações profissionais que surgissem E, dado que um relatório de estágio é um documento escrito com uma finalidade analítica e descritiva, assim, pretendo descrever de forma integrada e pormenorizada o trabalho desenvolvido enquanto estagiária de Psicologia clínica e elemento integrante da equipa multidisciplinar do Lar Santa Isabel durante o ano letivo 2011/2012. De realçar, que o contexto de estágio que me foi atribuído pela coordenação do Instituto de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade Lusíada do Porto e, ao qual me candidatei, correspondeu às minhas expectatïvas, permitindo não só o desenvolvimento de competências, enquanto psicóloga clínica com uma população tão especial, como é a população idosa, como a melhoria de competências essenciais a estas funções, tais como a capacidade de estabelecer objetivos, planear e desenvolver propostas de intervenção, observar e questionar o trabalho desenvolvido, propondo melhorias e/ou alternativas. Assim, como me permitiu compreender que o idoso não é alguém “acabado” mas sim alguém com competências que estão “adormecidas” mas, perfeitamente capazes de as voltarem a utilizar com eficácia e autonomia. Obviamente, que para isso é necessário acreditarmos neles. De acordo com a minha perspetiva, tudo será mais fácil se pensarmos que, também, iremos ser um deles no futuro!por
dc.language.isoporpor
dc.rightsembargoedAccesspor
dc.subjectPsicologiapor
dc.subjectPsicologia clínicapor
dc.subjectIntervenção psicológicapor
dc.subjectEnvelhecimentopor
dc.subjectPsicologia do desenvolvimentopor
dc.subjectidosospor
dc.titleSenescência e (re)aprenderpor
dc.typemasterThesispor
degois.publication.locationPortopor
dc.date.embargo2020-03-13-
Appears in Collections:[ULP-IPCE] Relatórios

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