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dc.contributor.authorFilipe, Ana Paula-
dc.contributor.authorDuarte, Fernanda-
dc.contributor.authorAguiar, Filipa Maria de Almeida Pais de, 1972--
dc.contributor.authorSilva, Nuno-
dc.date.accessioned2026-03-12T17:32:49Z-
dc.date.available2026-03-12T17:32:49Z-
dc.date.issued2026-
dc.identifier.citationFilipe, Ana Paula e outros. Estado de Direito e Inteligência Artificial : Na Encruzilhada entre Escolhas Humanas e Escolhas de IA? In: MARTINS, Afonso de Oliveira, coord. ; LÓPEZ ULLA, Juan Manuel, coord. (2026). A defesa do Estado de Direito no século XXI = La defensa del Estado de Derecho en el siglo XXI. P. 477-502. Lisboa: Universidade Lusíada Editora. ISBN 978-989-640-302-7.pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11067/8552-
dc.identifier.urihttps://doi.org/10.34628/CS0G-FA23-
dc.descriptionMARTINS, Afonso de Oliveira, coord. ; LÓPEZ ULLA, Juan Manuel, coord. (2026). A defesa do Estado de Direito no século XXI = La defensa del Estado de Derecho en el siglo XXI. Lisboa: Universidade Lusíada Editora. ISBN 978-989-640-302-7.pt_PT
dc.description.abstractA disseminação global e ampla utilização dos sistemas de Inteligência Artificial, robots e tecnologias conexas (IA), particularmente, na última década, significaram, antes do mais, a necessidade de repensar o significado de escolha. O presente estudo tem como objecto de pesquisa a compreensão e ponderação sobre o significante e significado do signo escolha entendido enquanto capacidade de decidir entre uma miríade de opções possíveis. Escolhas humanas e escolhas algorítmicas, i.e., resultantes de um sistema de IA, distinguem-se, desde logo e por ora, pela existência de um substracto orgânico, de uma mente e dos dispositivos como a consciência e sentimentos. Assim, a escolha humana terá subjacente dimensões e princípios éticos que as escolhas geradas por um algoritmo poderão, eventualmente, ignorar. Tudo dependerá, verdadeiramente, da escolha humana em fazer incluir ou excluir, a priori, princípios éticos no momento da construção dos sistemas de IA bem como a observância de códigos de conduta pelos designers deste tipo de sistemas. A questão torna-se, particularmente relevante no caso dos sistemas de IA que operam em áreas sensíveis como a saúde, educação, eleições, etc…, ou seja, sistemas de IA que representam um risco elevado em áreas sensíveis e exigem o reforço da protecção dos Direitos Humanos e do Estado de Direito Democrático (…).pt_PT
dc.language.isoporpt_PT
dc.publisherUniversidade Lusíada Editorapt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/pt_PT
dc.subjectEstado de Direitopt_PT
dc.subjectInteligência artificialpt_PT
dc.titleEstado de Direito e inteligência artificial : na encruzilhada entre escolhas humanas e escolhas de IA?pt_PT
dc.typebookPartpt_PT
Aparece nas colecções:[ILID-CEJEIA] Contribuições em livros

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Livro_Martins_Lopez_A_defesa_do_Estado_de_Direito_no_seculo_XXI_477-502.pdf186,36 kBAdobe PDFThumbnail
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