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dc.contributor.advisorTavares, Maria Fernanda Gaspar-
dc.contributor.authorAbreu, Marta Gomes de-
dc.date.accessioned2025-09-08T09:38:36Z-
dc.date.available2025-09-08T09:38:36Z-
dc.date.issued2024-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11067/8205-
dc.descriptionMestrado Integrado em Arquitecturapt_PT
dc.descriptionExame público realizado em 03 de julho de 2025pt_PT
dc.description.abstractA presente dissertação centra-se na análise das casas de veraneio que compõem o plano urbanístico do pinhal de Ofir, decorrentes de um período áureo da arquitetura da habitação do século XX e de toda uma sociedade privilegiada que contava com o arquiteto autor para desenhar a sua casa de veraneio. O plano de Ofir, desenhado por José Miranda de Vasconcelos em 1946, integrado no Parque Natural do Litoral Norte, inserido na união de freguesias da Apúlia e Fão, a sul do concelho de Esposende, é rodeado pelo rio Cávado e pelo oceano Atlântico. Esta é uma área de paisagem protegida, privilegiada, onde a praia desfruta dos rochedos que na maré baixa emergem no mar, e pelo pinhal, uma das maiores manchas verdes do litoral minhoto. Na área em análise foi possível obter um planeamento controlado, com uma única rutura intensa originada por 3 torres, construídas na década de 70 do século XX, junto à praia. A grande mancha verde inserida entre o mar, o rio e a rua de acesso ao Hotel de Ofir, permitiu um controlo urbanístico, com as casas integradas num profundo diálogo com a natureza e o pinhal, que nos interesse analisar. Após um levantamento intenso no Arquivo Municipal de Esposende, onde tivemos acesso aos processos de obra cronologicamente organizados, conseguimos montar uma linha condutora da construção destas casas, de iniciativa privada e de programas pouco extensos, se considerarmos a sua relação com a prática da vilegiatura. Centramo-nos entre os anos de 1940 e 1980, procurando entender as formas de crescimento deste território através da construção das casas e dos seus autores, arquitetos com uma prática regular no país e provenientes de uma geração marcada pela procura de uma nova autenticidade da arquitetura moderna, não indiferente ao conjunto que agora se analisa. Assim, os estudos e projetos dos vários arquitetos do tempo considerado, conjugam a modernidade com os materiais locais, a natureza e a relação de um habitar diferenciado entre a cidade e o veraneio, reduzindo, simplificando e concentrando o programa doméstico. Palavras-chave: Ofir; Vilegiatura; Casas de veraneio; Arquitetos portugueses; Arquitetura século XX.pt_PT
dc.description.abstractThe focus of this research is analysing the summer houses that make up the urban plan for the Ofir pine forest. Resulting from a golden period of 20th century residential architecture, they are a notable representation of a privileged society that relied on the architect to design their summer houses. The Ofir plan, designed by José Miranda de Vasconcelos in 1946, is part of the Northern Littoral Natural Park, located within the union of the parishes of Apúlia and Fão, south of Esposende municipality. It is bordered by the Cávado River and the Atlantic Ocean. This protected and privileged landscape features a beach enriched by rocky formations that emerge at low tide and a pine forest, one of the largest green expanses on the Minho coast. The area under analysis achieved controlled urban planning, disrupted only by the construction of three high-rise towers near the beach in the 1970s. The extensive green zone nestled between the sea, the river, and the access road to the Ofir Hotel allowed for urbanistic control, with houses deeply integrated into a dialogue with nature and the pine forest, a relationship we seek to examine. Through intensive research conducted at the Esposende Municipal Archive, where we accessed chronologically organized construction records, we were able to trace the development of these privately initiated houses, which featured modest programs in keeping with the practice of leisure living. We focus on the period between the 1940s and the 1980s, seeking to understand the growth of this territory through the construction of these houses and the work of their authors-architects with a regular practice in Portugal, belonging to a generation marked by the pursuit of a new authenticity in modern architecture, which resonates in the ensemble under study. Thus, the studies and projects of various architects from the period combine modernity with local materials, nature, and a differentiated approach to living between urban and summer settings, reducing, simplifying, and condensing the domestic program. Keywords: Ofir; Leisure living; Summer houses; Portuguese architects; 20th-century architecture.en
dc.language.isoporpt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/pt_PT
dc.subjectArquitectos portuguesespt_PT
dc.subjectCasa de Fériaspt_PT
dc.titleCasas de veraneio : o caso do Pinhal de Ofirpt_PT
dc.typemasterThesispt_PT
degois.publication.locationVila Nova de Famalicãopt_PT
dc.peerreviewednopt_PT
dc.identifier.tid203981987-
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