Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/11067/8123
Título: Cor e luz artificial como valorização do espaço : arte e arquitectura
Autor: Ribeiro, Maria Inês Romão, 1986-
Orientador: Hipólito Fernando Manuel Domingues 1964-
Palavras-chave: Luz na arquitectura
Luz na arte
Cor na arquitectura
Cor na arte
Espaço (Arquitectura)
Data: 2024
Citação: Ribeiro, Maria Inês Romão (2024) - Cor e luz artificial como valorização do espaço : arte e arquitectura. Lisboa : [s.n.].
Resumo: Existem bastantes estudos sobre a cor para as mais variadas disciplinas, no entanto, pouca é a referência à cor no seu aspecto físico da captação pela vista humana, emocional, neuro-comportamental até à sua aplicação na arte e arquitectura. A luz revela a cor, as formas, define e cria espaço, mas também revela as intenções que atravessam os processos da concepção. A cor está presente em tudo o que observamos, ela permite visualizar o não visível, acrescendo valor e emoção à arte e arquitectura. Estuda-se o sentido mais cru da luz e da cor, e o impacto do uso destes dois elementos constructivos, no envolvimento do homem, com a arte e a arquitetura, tornando-o parte integrante da composição e toda a experiência sensitiva. O arquiteto contemporâneo relaciona-se com a luz, tornando-a na linguagem mais profunda e envolvente da arquitetura, fazendo com que o homem se encontre em constante diálogo e interação com o espaço por ela criado. A luz ocupou um lugar silencioso, mas essencial, nas artes visuais. Ela transporta-nos para o sublime da ilusão. Ela permite ações que revelam outros modos de apropriação do espaço e o potencial existente em cada ocupação. A cor não pode ser tocada, apenas sentida. Compreender como as cores nos influenciam, quais são as sensações que geram e qual o seu significado ao longo da história. Artistas de todo o mundo abraçaram a luz como um meio para criar uma poderosa experiência artística no espectador, obtendo, assim, uma nova abordagem da arte que substituiu o objeto por um fenómeno.
There are many studies on color for a wide variety of disciplines, however, there is little reference to color in its physical aspect of capture by the human eye, emotional, neurobehavioral and its application in art and architecture. Light reveals color, shapes, defines and creates space, but it also reveals the intentions that run through the design processes. Color is present in everything we observe, it allows us to visualize the unseen, adding value and emotion to art and architecture. We study the rawest meaning of light and color, and the impact of the use of these two constructive elements on man's involvement with art and architecture, making him an integral part of the composition and the entire sensory experience. The contemporary architect relates to light, making it the most profound and engaging language in architecture, so that man finds himself in constant dialog and interaction with the space created by it. Light has occupied a silent but essential place in the visual arts. It transports us to the sublime of illusion. It enables actions that reveal other ways of appropriating space and the potential that exists in each occupation. Color cannot be touched, only felt. Understand how colors influence us, what sensations they generate and what their meaning has been throughout history. Artists all over the world have embraced light as a means of creating a powerful artistic experience in the viewer, thus achieving a new approach to art that replaces the object with a phenomenon.
Descrição: Dissertação de mestrado integrado em Arquitectura, Universidade Lusíada de Lisboa, 2024
Exame público realizado em 18 de junho de 2025
URI: http://hdl.handle.net/11067/8123
Tipo de Documento: Dissertação de Mestrado
Aparece nas colecções:[ULL-FAA] Dissertações

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