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http://hdl.handle.net/11067/8565| Título: | Direito a brincar: da evidência do lúdico ao planeamento da cidade |
| Autor: | Marques, Mariana Gomes, 2000- |
| Orientador: | Botelho Helena Cristina Caeiro 1970- |
| Palavras-chave: | Parques infantis Parques infantis - Projetos e construção Planeamento urbano |
| Data: | 2025 |
| Citação: | Marques, Mariana Gomes (2025). Direito a brincar: da evidência do lúdico ao planeamento da cidade. Lisboa: [s.n.]. |
| Resumo: | Esta dissertação investiga o direito a brincar na cidade enquanto questão urbana, cultural e política, propondo o carácter lúdico na definição do espaço público. Partindo de um quadro teórico que reconhece o jogo como dimensão fundadora da vida coletiva e da vitalidade urbana, revisitam-se contributos clássicos do século XX que transformaram a brincadeira em matéria de projeto, com foco em Isamu Noguchi, Aldo Van Eyck e Charles & Ray Eames. Mostra-se como a vida de rua, a continuidade pedonal e a legibilidade espacial sustentam a segurança, a autonomia e a pertença, e como redes de pequenos parques implantados em interstícios urbanos regeneraram bairros ao ativarem encontros quotidianos. Discute-se, ainda, a passagem do playground-equipamento para a “escultura habitável” e para topografias lúdicas que substituem o catálogo de aparelhos por formas abertas e não programadas. Esta ponte entre o teórico e o prático sustenta a conversão do enunciado “direito a brincar” em critérios operativos de desenho e gestão – acessibilidades, materialidades, escalas – e é aprofundada por intervenções efémeras da autoria do coletivo Os Espacialistas, orientando diretrizes replicáveis para ruas, pátios, praças e interiores de quarteirão, testadas e confirmadas através do trabalho de projeto de 5º ano do Mestrado Integrado em Arquitetura. This dissertation examines the right to play in the city as an urban, cultural, and political question, arguing for playfulness as a defining criterion of public space. Starting from a theoretical framework that recognises play as a founding dimension of collective life and urban vitality, it revisits classic twentieth-century contributions that turned play into design material, focusing on Isamu Noguchi, Aldo van Eyck and Charles & Ray Eames. It shows how street life, pedestrian continuity, and spatial legibility underpin safety, autonomy, and belonging, and how networks of small parks inserted in urban interstices regenerated neighbourhoods by activating everyday encounters. It further discusses the shift from the playground-as-equipment to the “habitable sculpture” and to playful topographies that replace catalogues of apparatus with open, non-programmed forms. Bridging theory and practice, this argument translates the statement “right to play” into operative criteria for design and management - accessibility, materiality, and scale – and is deepened by ephemeral interventions by the collective Os Espacialistas, which inform replicable guidelines for streets, courtyards, squares, and block interiors, tested and confirmed through the fifth-year project of the Integrated Master’s in Architecture. |
| Descrição: | Dissertação de mestrado integrado em Arquitectura, Universidade Lusíada de Lisboa, 2025 Exame público realizado em 23 de fevereiro de 2026 |
| URI: | http://hdl.handle.net/11067/8565 |
| Tipo de Documento: | Dissertação de Mestrado |
| Aparece nas colecções: | [ULL-FAA] Dissertações |
Ficheiros deste registo:
| Ficheiro | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| mia_mariana_marques_dissertacao.pdf | Texto integral | 131,7 MB | Adobe PDF | ![]() Ver/Abrir |
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