Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/11067/6744
Título: O dilema chinês : assertividade para um mundo harmonioso?
Outros títulos: The Chinese dilemma : assertiveness for a harmonious world?
Autor: Cláudio, Fábio André Agostinho, 1994-
Palavras-chave: Grandes Potências
Relações internacionais - Século 21
China - Política e governo - Século 21
China - Relações económicas externas - Século 21
China - Relações externas - Século 21
Data: 2022
Citação: Cláudio, Fábio (2022) - O dilema chinês : assertividade para um mundo harmonioso? Polis. ISSN 0872-8208. S. 2, n. 6 (julho-dezembro 2022), 129-179.
Resumo: “O dilema chinês: assertividade para um mundo harmonioso?” teve como objetivo demonstrar de que maneira a China atua interna e externamente de modo a almejar o seu objetivo principal, ser uma superpotência com paridade internacional relativamente aos EUA. A atitude assertiva da China tem sido um meio para atingir um fim – uma ordem mundial harmoniosa para os interesses chineses. Por isso, neste trabalho é demonstrada a dicotomia que existe entre a retórica chinesa de uma ascensão pacífica e a assertividade mascarada em forma de cooperação. A retórica chinesa revelou-se eficaz numa primeira fase de ascensão, no entanto, atualmente, as ações chinesas são diametralmente opostas ao seu discurso, pelo que têm criado cada vez mais perceções negativas e reações defensivas dos demais atores relativamente a esta. A ascensão de um ator como Pequim vem trazer novas mudanças estruturais que tornam a compleição do sistema internacional e a sua distribuição de poder bastante diferentes, deste modo torna-se relevante analisar a ascensão de uma superpotência como a China.
“The chinese dilemma: assertiveness for a harmonious world?” it aimed to demonstrate how China acts internally and externally in order to pursue its main objective, to be a superpower with international parity along with the US. China’s assertive attitude has been a means to an end - a harmonious world order for the Chinese interests. Therefore, this work demonstrates the dichotomy that exists between the Chinese rhetoric of peaceful rise and the hidden assertiveness in the form of cooperation. Chinese rhetoric proved to be effective in the first phase during ascension, however, nowadays, Chinese actions are diametrically opposed to his speech, which is why they have increasingly created negative perceptions and defensive reactions from the other actors. The rise of an actor like Beijing brings new structural changes that make the arrangement of the international system and its distribution of power quite different, because of this it is relevant to analyze the rise of a superpower like China.
Descrição: Polis. ISSN 0872-8208. S. 2, n. 6 (julho-dezembro 2022).
URI: http://hdl.handle.net/11067/6744
https://doi.org/10.34628/0et8-3k94
Tipo de Documento: Artigo
Aparece nas colecções:[ILID-CEJEA] Polis, s. 2, n. 06 (Julho-Dezembro 2022)

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