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dc.contributor.authorMarques, Pedro Manuel Frouco, 1965--
dc.date.accessioned2020-03-20T17:44:57Z-
dc.date.available2020-03-20T17:44:57Z-
dc.date.issued2003-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11067/5346-
dc.descriptionLusíada. Economia & empresa. - ISSN 1645-6750. - S. 2, n. 2-3 (2003). - p. 115-143.pt_PT
dc.description.abstractO desafio da moeda única implica mudanças, a maioria das quais de curto prazo, nomeadamente no domínio financeiro, mas com repercussões positivas a médio e longo prazo. Integrados em mercados financeiros globais, os agentes económicos poderão intervir em balsas europeias com maior potencial de diversificação, sem risco cambial e acedendo facilmente a produtos de outros Estados-Membros da União Europeia. Portugal, com a entrada na moeda única, perde dois importantes instrumentos de intervenção económica - o monetário e o cambial - nomeadamente no combate aos défices ou cheques assimétricos. Não podendo emitir mais moeda para financiar o défice orçamental, este passa a ficar dependente cia maior capacidade do Estado-Membro ser eficiente na cobrança de impostos (pelo aumento das receitas fiscais) ou redução das despesas públicas, ou ainda de se poder endividar perante o recurso a dívida pública. Serão as empresas e menos o Estado a fazerem os mercados. Contudo, a diminuição de prémios de risco (nos mercados de capitais e cambiais) vai tender a uma maior libertação de recursos para o investimento, contribuindo para o aumento da confiança nos agentes económicos. A prestação do Euro num maior desenvolvimento económico incentivará a prazo um aumento do volume e qualidade do crédito bancário, mais barato e especializado, fomentando segurança aos investidores através de adequada utilização de instrumentos de cobertura de risco.pt_PT
dc.language.isoporpt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/pt_PT
dc.titleA análise do risco e o euro : que futuro em Portugal?pt_PT
dc.typearticlept_PT
Appears in Collections:[ULL-FCEE] LEE, n. 02-3 (2003)

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