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Title: Os principais beneficiários da política monetária da União Europeia : Estudo de caso sobre evolução da União Económica e Monetária entre 2000 e 2017
Author: Ribeiro, João Filipe Monteiro
Advisor: Laranjeira, Érika Ferreira
Keywords: Economia
União Europeia - Política económica e monetária
União económica e monetária
Issue Date: 2018
Abstract: Resumo: Quando em 1957 a Alemanha, Bélgica, França, Itália, Luxemburgo e Países Baixos assinaram o Tratado de Roma e fundaram a Comunidade Económica Europeia (CEE), estavam longe de imaginar as alterações que iriam provocar no Continente Europeu. Depois de em 1951 terem criado a Comunidade Económica do Carvão e do Aço (CECA), com objetivos específicos de salvaguardar a Europa de uma nova Guerra, 6 anos depois o pensamento foi reorientado para a cooperação económica com a criação da CEE. Várias etapas foram sendo ultrapassadas e vários países foram aderindo ao longo dos anos (atualmente 28). Em 1999, deu-se um passo significativo com a criação da Zona Euro e da moeda única, sendo atualmente 19 os países que partilham o euro. Sabendo que o crescimento económico, não é, nem pode ser, o fator decisivo das políticas económicas e monetárias, decidiu-se realizar uma análise de vários indicadores transversais de forma a perceber qual ou quais os países que mais beneficiaram com a criação da moeda única no início do século XXI até ao presente ano e se o objetivo de coesão e convergência entre os países está a ser conseguido. Selecionamos vários indicadores macroeconómicos, de forma a permitir efetuar uma análise ao desempenho económico dos vários Países e a sua relação com os restantes países da UE e com o resto do Mundo. Os resultados da análise realizada, mostram claramente que a Alemanha tem sido a maior beneficiária da criação da Zona Euro e consequentemente das políticas monetárias da União Europeia.
Abstract: In 1957, Germany, Belgium, France, Italy, Luxembourg and the Netherlands signed the Treaty of Rome and founded the European Economic Community (EEC), they were far from imagining the changes that they would provoke on the European continent. After the creation in 1951 of the Economic Community of Coal and Steel (ECSC), with the specific objectives of safeguarding Europe from another war, six years later the idea was reoriented towards the economic cooperation with the creation of the EEC. Several steps have been passed and several countries have been joining over the years (currently 28). A significant step forward was taken in 1999 with the creation of the Eurozone and the single currency, with 19 countries now sharing the euro. Knowing that the economic growth is not, and can not be the decisive factor in economic and monetary policies, it has been decided to carry out an analysis of several cross-cutting indicators in order to understand which countries had been benefited the most from the creation of the single currency in the early 21st century to the present year and whether the goal of cohesion and convergence between countries is being achieved. We have selected a number of macroeconomic indicators in order to analyze the economic performance of the various countries and their relationship with the rest of the EU and with the rest of the world. The results of the analysis clearly show that Germany has been the biggest beneficiary of the creation of the Eurozone and consequently of the monetary policies of the European Union.
Description: Exame público realizado em 31 de Janeiro de 2019, às 11H30
Dissertação de mestrado em Economia
URI: http://hdl.handle.net/11067/4461
Document Type: Master Thesis
Appears in Collections:[ULP-FCEE] Dissertações

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