Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/11067/4135
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dc.contributor.authorCaeiro, Joaquim Manuel Croca, 1961--
dc.date.accessioned2018-08-10T11:12:12Z-
dc.date.available2018-08-10T11:12:12Z-
dc.date.issued2000-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11067/4135-
dc.descriptionIntervenção social. - ISSN 0874-1611. - N. 22 (2000). - p. 179-185pt_PT
dc.description.abstractA questão de saber a medida exacta da intervenção do Estado na sociedade, não é de hoje. Desde os finais do século XVIII que tal questão tem adquirido maior acuidade. O Estado tem em função da evolução social, política e económica das sociedades adquirido um papel de maior ou menor intervenção, cuja gradação tem no essencial a ver com as necessidades evidenciadas na sociedade.O debate, centra-se hoje no essencial, não tanto na questão de saber se o Estado deve intervir muito ou pouco mas no essencial de saber que a sua intervenção é a melhor. O que se pretende com este artigo, é pois, traçar deforma singela a evolução de tal intervenção bem como os efeitos provocados no contexto social, político e económicopt_PT
dc.language.isoporpt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/pt_PT
dc.subjectEstado-Providênciapt_PT
dc.titleMais Estado ou menos Estado? : melhor Estadopt_PT
dc.typearticlept_PT
dc.peerreviewednopt_PT
Appears in Collections:[ULL-ISSSL] IS, n. 22 (2000)

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