Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/11067/3787
Título: Maritime security strategy and the EU global strategy : thinking globally?
Autor: Cabrita, Cristiano José da Ponte
Palavras-chave: Segurança internacional - Países da União Europeia
Poder naval - Países da União Europeia
Data: 21-Mar-2018
Resumo: Today, as before, the maritime domain is vital to keep our economy going. Recently, however, old and new threats have challenged the security of the European Union (EU): increased tensions between great powers; piracy in Somalia and West Africa; illegal immigration issues in the Mediterranean area; refugee crisis; terrorism and the illegal trafficking of drugs, arms and humans into Europe are setting the tone for this debate. In order to cope with this issue in June 2014 the European Union adopted its own Maritime Security Strategy (EUMSS). Ever since, the EU has loudly proclaimed itself to be a global player in maritime security, but the reality is fairly different. Indeed, a unified maritime strategy for the global maritime domain is still far off. With this background in mind, the years to come will be crucial regarding the definition of the role of the EU as a global actor, or global player, if you will. The US-dominated post-1945 liberal world order will probably come to end and thus it is imperative for the EU to establish not only a Global Strategy for the 21st century, but also to build a specific grand strategy that can, among another things, put forward a maritime strategy anchored on a sense of collective political approach. To follow up on this debate we will try to scrutinize, as the paper’s title suggests, on two important questions: does the EU have a global dimension in what concerns its maritime strategy? More important, is the EU a global power?
Hoje, como no passado, o domínio marítimo é de vital importância para a economia da União Europeia (UE). Todavia, recentemente, a segurança da UE tem vindo a ser assolada por um conjunto de novas ameaças, como por exemplo: tensões entre as grandes potências; a pirataria no Corno de Africa; a ameaça terrorista; questões relacionadas com a segurança no Mediterrâneo; a crise de refugiados e o tráfico ilegal de drogas, armas e seres humanos, entre outras. É em torno desta conjuntura que o debate tem evoluído. Para lidar com esta questão, em Junho de 2014, a União Europeia adoptou a sua própria Estratégia de Segurança Marítima (EUMSS). Desde então, a UE tem vindo a autoproclamar-se como um player global no âmbito da segurança marítima. Contudo, o actual contexto diz-nos que este pressuposto encontrase desfasado da realidade porquanto a existência de uma estratégia global no domínio marítimo ainda está longe de ser alcançada. Sendo assim, e tendo este cenário como pano de fundo, os próximos anos serão cruciais para a ordem sistémica, particularmente, no que concerne à definição do papel da UE como actor global, ou player global. A ordem mundial liberal, construída pelos Estados Unidos após 1945, chegará provavelmente ao seu fim e é imperativo que a UE estabeleça não só uma Estratégia Global para o século XXI, mas também que tenha a capacidade para desenvolver uma grande estratégia que possa, entre outras coisas, apresentar uma estratégia marítima ancorada numa abordagem política colectiva. Neste sentido, procuraremos responder a duas questões: a UE tem uma dimensão global no que diz respeito à sua estratégia marítima? Mais importante, a UE é, ou não, um actor global?
Descrição: Lusíada. Política internacional e segurança. - ISSN 1647-1342. - S. 1, n. 15 (2017). - p. 9-30.
URI: http://hdl.handle.net/11067/3787
ISSN: 1647-1342
Tipo de Documento: Artigo
Aparece nas colecções:[ULL-FCHS] LPIS, n. 15 (2017)

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