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Título: Estudo comparativo do efeito das experiências precoces adversas na psicopatologia entre mulheres adolescentes e adultas : o papel mediador do auto-criticismo
Autor: Dinis, Alexandra
Xavier, Ana
Gouveia, José Pinto
Castilho, Paula
Cunha, Marina
Palavras-chave: Depressão em adolescentes - Factores de risco
Adolescentes (Raparigas) - Saúde mental
Depressão em mulheres - Factores de risco
Data: 24-Jul-2017
Resumo: Na literatura está bem documentado o papel das experiências adversas precoces na psicopatologia. Apesar de ser conhecido o papel mediador do auto-criticismo associado à psicopatologia na adultez, pouco ainda se sabe acerca do seu efeito na adolescência. Além disso, parece que desde a adolescência o sexo feminino é mais vulnerável ao desenvolvimento da psicopatologia. O objetivo deste estudo foi testar se o impacto das experiências negativas com os pais na sintomatologia depressiva é mediado através do auto-criticismo em sujeitos do sexo feminino durante a adolescência e idade adulta. Este estudo inclui duas amostras: 50 raparigas adolescentes (12-17 anos de idade; M = 14.90, DP = 1.49) e 44 mulheres adultas da população geral (18-56 anos de idade; M = 30.95, DP = 10.01). Ambas as amostras preencheram questionários de autorresposta que avaliavam a recordação de experiências de ameaça e subordinação na infância, as formas do auto-criticismo e a sintomatologia depressiva. Os resultados do teste t-Student mostraram que as raparigas adolescentes apresentam pontuações mais elevadas nas formas eu inadequado e eu detestado do autocriticismo e nos sintomas de depressão do que as mulheres adultas. O modelo de mediação através de Path Analysis indica que o modelo total explica 64% e 31% da sintomatologia depressiva para as raparigas adolescentes e para as mulheres adultas, respetivamente. A análise multigrupos evidencia que o modelo é equivalente para ambos os grupos. Verifica-se um efeito indireto das experiências de submissão para a depressão através do eu-inadequado. Apesar de o modelo estrutural ser idêntico para ambas as amostras, verifica-se que a força das associações é mais robusta na adolescência.
Descrição: Revista de psicologia da criança e do adolescente. - ISSN 1647-4120. - V. 7, n. 1-2 (Janeiro-Dezembro 2016). - p. 37-55
URI: http://hdl.handle.net/11067/3449
ISSN: 1647-4120
Tipo de Documento: Artigo
Aparece nas colecções:[ULL-IPCE] RPCA, v. 7, n. 1-2 (Janeiro-Dezembro 2016)

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