Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/11067/2798
Título: Memória, espaço público e evolução urbana : o paradigma da Lisboa oitocentista
Autor: Gil, Pedro dos Santos Simões, 1983-
Orientador: Bonifácio, Horácio, 1951-
Palavras-chave: Espaços públicos - Portugal - Lisboa
Planeamento urbano - Portugal - Lisboa
Lisboa (Portugal) - História
Data: 9-Fev-2017
Resumo: No que diz respeito a qualquer género de estudo que tenha, como objectivo, a análise das reais especificidades do facto urbano, existe um conjunto de disciplinas que jamais se poderá deixar de ter em conta. De facto, disciplinas como a História, a Geografia, a Economia, a Política, mas, sobretudo, a Sociologia encontram-se implícitas na forma como a paisagem urbana se manifesta e se deixa apreender. Para além da análise da sua componente geográfica, o estudo do facto urbano implica, necessariamente, a consideração dos factores sociais que lhe subjazem. É, efectivamente, a configuração destes factores que vai determinando, ao longo do processo de evolução da cidade na História e ao nível da sua própria morfologia, uma Memória com características, muitas vezes, notoriamente compósitas. É a Memória que estabelece as bases a partir das quais se delineia a redefinição da cidade e do seu desenho. Trata-se de uma redefinição, salientaremos sempre, em que a forma como o próprio espaço público se configura assenta numa reactualização de especificidades quer de traçados ou desenhos, quer de certos aspectos sociais e mundividências próprias de momentos anteriores. As ideias que aqui resumimos, mas que serão desenvolvidas e explicadas ao longo desta dissertação, com o recurso à apresentação de paradigmas ilustrativos de vários momentos da história do urbanismo em geral, e da cidade de Lisboa, em particular, são as ideias veementemente defendidas por estudiosos como Aldo Rossi. De facto, a partir da leitura de Maurice Halbwachs e de tudo o que no seu conceito de “memória colectiva” se apresenta como premente, Rossi postula a “memória da humanidade” como uma “memória do espaço” e, consequentemente, uma memória iminentemente urbana, uma memória que se foi ela própria erigindo como se de uma obra monumental se tratasse, ou citando "As Cidades Invisíveis" de Italo Calvino, "É desta onda que reflui das recordações que a cidade se embebe como uma esponja e se dilata".
Descrição: Dissertação de mestrado integrado em Arquitectura, Universidade Lusíada de Lisboa, 2013
Exame público realizado em 22 de Janeiro de 2014
URI: http://hdl.handle.net/11067/2798
Tipo de Documento: Dissertação de Mestrado
Aparece nas colecções:[ULL-FAA] Dissertações

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