Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/11067/2789
Título: Arquitetura em Portugal dos anos 50 – o Movimento Moderno : do bairro à casa : célula VIII do sítio de Alvalade
Autor: Martins, Margarida Teixeira de Almeida Carreira, 1988-
Orientador: Manoel, Bernardo de Orey, 1969-
Palavras-chave: Arquitectura de habitação - Portugal - Lisboa
Movimento moderno (Arquitectura) - Portugal
Arquitectura - Portugal - História - Século 20
Bairro das Estacas (Portugal, Lisboa)
Data: 9-Fev-2017
Resumo: O presente trabalho teve como principal objetivo o desenvolvimento do tema - O Bairro. Este é entendido como peça vital na articulação entre a cidade e os seus habitantes. Estabelece a relação com o espaço público e privado, assumindo-se como pele invisível, instituindo o ténue contacto entre o que é “nosso” e o que é “meu”, afinal transforma e organiza a vida em sociedade, estabelece a harmonia com o que está visivelmente cheio/vazio, ou casa/jardim. Permite-nos deste modo, pensar até que ponto o exterior faz parte do nosso entendimento e da vivência da nossa própria Casa, os vizinhos como família e o Bairro como um todo, completo e complexo criado a partir da relação entre pessoas. É sobre este tema que nos debruçamos. Afinal, é a arquitetura a responsável pelo Confronto e Relação entre as pessoas, elementos fundamentais à vida tal a conhecemos. O caso de estudo eleito por nós foi o Bairro das Estacas de D´Authouguia e S.F. Sanches. Bairro onde cresci e vivi, e que se inclui numas das melhores obras arquitetónicas do Movimento Moderno em Portugal na década de 50. Procurámos fazer uma introdução histórica relativa ao desenvolvimento da arquitetura em Portugal a fim de entender o enquadramento do mesmo, as suas referências, influências, origens e evidentes repercussões, naturalmente na cidade de Lisboa, onde se localiza o Bairro em estudo. Prosseguiu-se o enquadramento do corpo no espaço, onde descrevemos o Bairro na primeira pessoa. Uma leitura pessoal, onde o espaço público se transforma em hall, o espaço privado em jardim e os vizinhos que, geralmente são apenas outras portas no mesmo edifício, adquirem o verdadeiro sentido da palavra. Integramos também neste trabalho, de um modo metodológico, a leitura das diferentes tipologias que o constituem, o comércio e os importantes jardins que o circundam, criando um conjunto de importantes relações e vivências contadas e descritas na primeira pessoa, com a ajuda de alguns inquéritos realizados aos atuais moradores. Para concluir, descrevemos os pontos de contacto entre o trabalho desenvolvido na disciplina de Projeto III do quinto ano, um Centro de Reabilitação de Sem-Abrigo.
Descrição: Dissertação de mestrado integrado em Arquitectura, Universidade Lusíada de Lisboa, 2014
Exame público realizado em 27 de Novembro de 2014
URI: http://hdl.handle.net/11067/2789
Tipo de Documento: Dissertação de Mestrado
Aparece nas colecções:[ULL-FAA] Dissertações

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