Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/11067/2633
Título: Fachadas verdes : contributos para a sustentabilidade em ambiente urbano
Autor: Alfacinha, Maria Isabel de Torres Vaz Freire, 1981-
Orientador: Campos, Filipe Alexandre Duarte Gonzalez Migães de, 1972-
Palavras-chave: Jardins verticais
Arquitectura paisagística urbana
Data: 9-Jan-2017
Resumo: O tema da presente dissertação surge da preocupação que recai sobre a falta de espaços verdes nas grandes cidades, e consequentemente do interesse pelo aumento dos mesmos. Hoje em dia, num momento em que mais de metade da população mundial vive em cidades, é preciso mostrar que a natureza pode encontrar expressão no ambiente urbano. O aumento da urbanização e a necessidade de preocupação com a melhoria da qualidade do ambiente urbano tornam essenciais ações mais sustentáveis. Já são reconhecidos os papéis e as mais-valias dos espaços verdes e as suas contribuições para a qualidade ambiental e social. Atributos muito importantes, mas muitas vezes negligenciados, no desenvolvimento das nossas cidades, são os das coberturas ajardinadas e dos jardins verticais, embora já seja amplamente reconhecido o papel que a vegetação desempenha e pode desempenhar no que se refere à qualidade ambiental. A crescente preocupação com a saúde ambiental das cidades ocupa já um lugar de destaque no mundo e vem acompanhada de uma constante procura de novas soluções para conseguir diminuir esses problemas. O crescimento urbano desordenado, a intensificação do uso e ocupação do solo, seguindo condutas estritamente económicas, provoca a nsuficiência de solo urbano e a falta de espaços verdes. A vegetação, contrariamente ao alcatrão, ao betão, à pedra e ao vidro, não é uma necessidade óbvia no panorama urbano e precisa, portanto, de ser planeada, projetada e trazida para as nossas cidades. Hoje, entre os materiais utilizados num projeto, o elemento vegetal pode ser incluído como um elemento técnico: trepadeiras crescem em fachadas, o sombreamento criado com vegetação, nos jardins de cobertura e nos jardins verticais, utilizam-se plantas que valorizam o projeto de arquitetura, não só paisagisticamente e/ou por razões meramente estéticas, mas também contribuem para a melhoria do ambiente urbano e para favorecer a eficiência energética dos edifícios. Poder-se-á considerar a vegetação um elemento arquitetónico? O objetivo desta dissertação é refletir sobre os vários modos que existem de integrar o “verde” na arquitetura e consequentemente no panorama urbano. Como objeto de estudo, ir-se-ão apresentar três casos com diferentes maneiras de incorporar jardins verticais. Têm sido utilizados distintos termos para designar as fachadas verdes em edifícios: paredes vivas, paredes verdes, green wall, biowall, mur vert, mur vegetal, façade garden, living walls, green curtain, arquitetura viva, etc. Para facilitar a leitura desta dissertação, será sempre utilizado o termo jardim vertical, já que jardim é um artifício humano, como termo genérico, onde todos os tipos de paredes cobertas por vegetação mencionadas acima estão incluídos. Os jardins verticais que irão ser analisados nesta dissertação, serão as grandes fachadas exteriores. A escolha dos diversos tipos e técnicas de fachadas verdes analisadas neste trabalho prendeu-se prioritariamente pela sua capacidade de privilegiar a vertente sustentável da arquitetura.
Descrição: Dissertação de mestrado integrado em Arquitectura, Universidade Lusíada de Lisboa, 2016
Exame público realizado em 21 de Novembro de 2016
URI: http://hdl.handle.net/11067/2633
Tipo de Documento: Dissertação de Mestrado
Aparece nas colecções:[ULL-FAA] Dissertações

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