Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/11067/1810
Título: Humanização de espaços intersticiais urbanos
Autor: Queirós, Ana Luísa Torres
Orientador: Alves, Francisco Peixoto
Amorim, Sérgio Filipe Pinto
Palavras-chave: Arquitectura
Planeamento urbano
Desenvolvimento urbano
Percepção do Espaço
Data: 27-Abr-2015
Resumo: Resumo: O tema da Humanização de Espaços Intersticiais Urbanos surge pela observação da falta de importância conferida aos espaços de transição entre o tecido urbano e a infra-estrutura viária, que resulta em espaços de ninguém, em não-lugares, que não estão integrados na cidade e, consequentemente, contribuem para uma descontínua e fragmentada imagem da mesma. Partindo do estudo do Interstício Urbano e das determinações da sua origem, tentamos compreender qual o papel e a perspectiva do Homem em locais como estes, para de seguida propor a Humanização dos mesmos. O conceito de Mobilidade é referido, visto ser o principal motivo da introdução de infra-estruturas de trânsito rápido e, consequentemente, da alteração de todo o desenho e esquemas urbanos. A questão da Humanização parte de uma analogia com o que é próprio do espaço público, numa tentativa de perceber de que modo se pode emprestar qualidades de carácter público, a um espaço que a ninguém pertence. Uma vez que o Interstício Urbano é aqui compreendido como um não-lugar, a proposta da sua humanização torná-lo-á um espaço dotado de características de Lugar. A importância deste tipo de pesquisa, no entendimento do que é realmente um Interstício Urbano, procura conferir-lhe outra função, para além da que já lhe é atribuída, aplicando diversos elementos que permitam a melhoria da sua qualidade não apenas formal, mas também vivencial. A Humanização de Espaços Intersticiais Urbanos será, de um modo geral, uma estrutura integrada na infra-estrutura viária, na tentativa de que o peão e o automóvel consigam conviver de modo contínuo e harmonioso. Com base no estudo elaborado é apresentado um caso prático, o ISMF, ainda que não sendo uma solução efectiva à questão da Humanização destes espaços, a par dos programas apresentados, contribuem para um novo modo de viver os mesmos, onde o peão é o principal actor.
Abstract: The theme Humanization of Interstice Urban Spaces comes through the observation of the lack of importance given to the spaces of transition between the urban web and the traffic infrastructure, which results in spaces of nobody, in non-places, which are not integrated in the city and, consequently, contribute to a discontinuous and fragmented image of the same. Based on the study of the Urban Interstice and the determinations of its origin, we try to understand which was the role and the perspective of Man in places like these, to then propose the Humanization of them. The concept of Mobility is referred, as it is the main reason to the introdution of fast traffic infrastructure and, therefore the change of all the drawing and urban schemes. The question of Humanization comes from an analogy of what is proper of a public space, in an attempt to understand in what way it can borrow qualities of public character, to a space that does not belongs to anyone. Once the Urban Interstice is here understood as a non-place, the proposal of its humanization will turn it into a space endowed with characteristics of Place. The importance of this type of research, in the understanding of what an Urban Interstice really is, seeks to give another function, beyond the one that already is accounted, by applying diverse elements that allow the improvement of quality, not only formal, but also experiential. The Humanization of Urban Interstice Spaces, in a general way, will be an integrated structure in the traffic infrastructure, in an attempt that the person and car can live on a continuous and harmonious basis. Based on the investigation is presented a project trial, the ISMF, beside not being an effective solution to the issue of the Humanization of these spaces, along with of the programs presented, it contributed to a new way of living, where the pedestrian is the main actor.
Descrição: Exame público realizado em 27 de Abril de 2015
Dissertação de mestrado realizada no âmbito do Mestrado em Arquitectura
URI: http://hdl.handle.net/11067/1810
Tipo de Documento: Dissertação de Mestrado
Aparece nas colecções:[ULP-FAA] Dissertações

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