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dc.contributor.advisorOliveira, Joana Serra de-
dc.contributor.authorCaetano, Raquel Matos-
dc.date.accessioned2026-10-01T15:21:37Z-
dc.date.available2026-10-01T15:21:37Z-
dc.date.issued2026-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11067/8922-
dc.descriptionDissertação de mestrado em Psicologia Clínica, orientado pela Profª Doutora Joana Serra de Oliveira, Universidade Lusíada, Porto, 2026.-
dc.descriptionExame público realizado em 30 de julho de 2026, às 12H-
dc.description.abstractIntrodução: A utilização das redes sociais tem vindo a assumir uma centralidade crescente no quotidiano dos adultos portugueses, acompanhada por um interesse crescente pelos seus potenciais impactos na saúde mental. Objetivos: O presente estudo visa analisar a relação entre a adição às redes sociais, os pensamentos intrusivos negativos e o afeto positivo e negativo em adultos portugueses, procurando ainda testar o valor preditivo e o papel mediador destas variáveis na adição às redes sociais. Método: O presente estudo caracteriza-se por ser quantitativo-correlacional e transversal. Participaram no estudo 194 adultos portugueses (67% do sexo feminino), com idades compreendidas entre os 18 e os 81 anos (M = 42.0; DP = 12.60). Instrumentos: Foram aplicadas três escalas, a Escala de Adição às Redes Sociais (EARS), a Escala de Pensamentos Negativos Persistentes e Intrusivos (PINTS) e a Escala de Afeto Positivo e Negativo (PANAS), todas adaptadas e validadas para a população portuguesa. Resultados: Os adultos mais jovens (18-30 anos) apresentam níveis significativamente mais elevados de pensamentos intrusivos negativos comparativamente aos adultos mais velhos. O afeto negativo e os pensamentos intrusivos negativos revelam-se preditores positivos e significativos da adição às redes sociais, em conjunto explicando cerca de 27% da sua variância, ao contrário do afeto positivo, que não se revela um preditor significativo. Os pensamentos intrusivos negativos medeiam ainda, parcialmente, a relação entre a adição às redes sociais e o afeto negativo. Conclusão: Os pensamentos intrusivos negativos podem ser conceptualizados como um fator de risco relevante para o desenvolvimento e manutenção da adição às redes sociais em adultos. A adição às redes sociais parece contribuir para o agravamento do afeto negativo, em parte através do aumento destes pensamentos intrusivos, sugerindo que a utilização das redes sociais de forma excessiva pode funcionar como uma estratégia de regulação emocional disfuncional. Esta investigação revela a necessidade de se promover, junto da população adulta, o desenvolvimento de estratégias de regulação cognitiva e emocional, nomeadamente ao nível do controlo dos pensamentos intrusivos, bem como de intervenções que auxiliem os indivíduos a gerir de forma mais saudável a sua utilização das redes sociais.pt_PT
dc.description.abstractIntroduction: The use of social media has become increasingly central to the daily lives of portuguese adults, accompanied by growing interest in its potential impacts on mental health. Objectives: The present study aims to analyze the relationship between social media addiction, negative intrusive thoughts, and positive and negative affect in Portuguese adults, further seeking to test the predictive value and mediating role of these variables in social media addiction. Method: The present study is characterized as quantitative, correlational, and cross-sectional. A total of 194 Portuguese adults participated in the study (67% female), aged between 18 and 81 years (M = 42.0; SD = 12.60). Instruments: Three scales were applied: the Social Media Addiction Scale (EARS), the Persistent and Intrusive Negative Thoughts Scale (PINTS), and the Positive and Negative Affect Schedule (PANAS), all adapted and validated for the portuguese population. Results: Younger adults (18-30 years old) presented significantly higher levels of negative intrusive thoughts compared to older adults. Negative affect and negative intrusive thoughts emerged as positive and significant predictors of social media addiction, jointly explaining approximately 27% of its variance, unlike positive affect, which was not a significant predictor. Negative intrusive thoughts also partially mediated the relationship between social media addiction and negative affect. Conclusion: Negative intrusive thoughts can be conceptualized as a relevant risk factor for the development and maintenance of social media addiction in adults. Social media addiction appears to contribute to the worsening of negative affect, partly through the increase of these intrusive thoughts, suggesting that excessive social media use may function as a dysfunctional emotion regulation strategy. This research reveals the need to promote, among the adult population, the development of cognitive and emotional regulation strategies, particularly regarding the control of intrusive thoughts, as well as interventions to help individuals manage their social media use in a healthier way.pt_PT
dc.language.isoporpt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.subjectPsicologiapt_PT
dc.subjectPsicologia clínicapt_PT
dc.subjectAdição à Internet - Auto-estima - Regulação emocionalpt_PT
dc.subjectTeste psicológico - Questionário sociodemográficopt_PT
dc.subjectTeste psicológico - Escala de adição às redes sociais (EARS)pt_PT
dc.subjectTeste psicológico - Escala de Pensamentos Negativos Persistentes e Intrusivos (PINTS)pt_PT
dc.subjectTeste psicológico - Escala de Afeto Positivo e de Afeto Negativo (PANAS)pt_PT
dc.titleAdição às redes sociais, afeto positivo, afeto negativo e pensamentos intrusivos negativos em adultos portuguesespt_PT
dc.typemasterThesispt_PT
dc.identifier.tid204349109-
Aparece nas colecções:[ULP-IPCE] Dissertações

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