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dc.contributor.authorBucha, Luís Carlos-
dc.date.accessioned2026-06-17T09:14:56Z-
dc.date.available2026-06-17T09:14:56Z-
dc.date.issued2026-
dc.identifier.citationBucha, Luís Carlos. A Casa como Gesto : A Arquitectura e a Filosofia em Diálogo. In: SEMINÁRIO INTERNACIONAL AEAULP, 6, Cidade da Praia, 2025, (2026). Arquipélagos em Diálogo: actas do 6.º Seminário Internacional AEAULP. Edição de Pedro RODRIGUES, Ljiljana ČAVIĆ, Hugo L. FARIAS. Lisboa: Academia de Escolas de Arquitetura e Urbanismo de Língua Portuguesa. ISBN 9789895346271.pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11067/8795-
dc.descriptionSEMINÁRIO INTERNACIONAL AEAULP, 6, Cidade da Praia, 2025, (2026). Arquipélagos em Diálogo: actas do 6.º Seminário Internacional AEAULP. Edição de Pedro RODRIGUES, Ljiljana ČAVIĆ, Hugo L. FARIAS. Lisboa: Academia de Escolas de Arquitetura e Urbanismo de Língua Portuguesa. ISBN 9789895346271.pt_PT
dc.description.abstractNo embalo do ensaio da filósofa portuguesa Maria Filomena Molder, intitulado A Arquitectura é um gesto (2021), consideramos uma possibilidade de diálogo entre a arquitectura e a filosofia, assente num entendimento que se tece em torno das noções de Casa, de Gesto; em síntese, de Casa como Gesto. Esta premissa alude, de outro modo, à leitura de Molder sobre a arquitectura, do ponto de vista do pensamento filosófico, e, neste caso, em diálogo com as considerações tecidas pelo filósofo (e arquitecto) austríaco Ludwig Wittgenstein, num discurso filosófico que encadeia a teoria da linguagem e a arquitectura. Por intermédio deste ensaio de Molder, como também de outras referências teóricas provenientes tanto do domínio da arquitectura, como da filosofia, a compreensão da noção de Gesto, por sua vez, permitir-nos-á repensar a noção de Casa enquanto facto arquitectónico, pois entendemos que essa noção admite um horizonte de (re)significação em fluxo de pensamento, sugerindo um diálogo crítico. Esse diálogo crítico permite reconfigurar a ideia de Casa, a qual, interrogada por via do desenho (arquitectónico) sugere, como relembra o arquitecto português Álvaro Siza Vieira, uma expressão cruzada de gestos “carregados de história, de inconsciente memória, de incalculável, anónima sabedoria”. Entendemos que é nessa teia de gestos que emerge o reencontro, o diálogo, de dois arquipélagos de conhecimento – a arquitectura e a filosofia –, que, por sua vez, oferece o território, o lugar, para a definição de uma ideia de Casa como Gesto, erguida sobre a palavra, o desenho e a língua – no caso, a língua portuguesa.pt_PT
dc.language.isoporpt_PT
dc.publisherAcademia de Escolas de Arquitetura e Urbanismo de Língua Portuguesapt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/pt_PT
dc.subjectArquitectura de habitação - Filosofiapt_PT
dc.titleA casa como gesto : a arquitectura e a filosofia em diálogopt_PT
dc.typebookPartpt_PT
Aparece nas colecções:[ILID-CITAD] Contribuições em livros

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