<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0">
  <channel>
    <title>Repositório Colecção:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11067/969</link>
    <description />
    <pubDate>Fri, 30 Oct 2026 01:15:06 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-10-30T01:15:06Z</dc:date>
    <image>
      <title>Repositório Colecção:</title>
      <url>http://repositorio.ulusiada.pt:80/retrieve/654bd3b0-1b5c-41f8-82be-b88ede5be6d1/545_normal.jpg</url>
      <link>http://hdl.handle.net/11067/969</link>
    </image>
    <item>
      <title>O confisco ampliado no direito penal português</title>
      <link>http://hdl.handle.net/11067/980</link>
      <description>Título: O confisco ampliado no direito penal português
Autor: Marques, Paulo Jorge da Silva, 1969-
Resumo: Não obstante a actual realidade social marcada, de forma impressiva, pelos avanços tecnológicos possibilitar uma melhor qualidade de vida, suscita, outrossim, novas formas delituosas que apostam na impunidade para aniquilar a ordem e a segurança pública, pondo em causa, desta forma, o próprio Estado de Direito Democrático.&#xD;
É inequívoco que com o dealbar da globalização, a análise da delinquência muda de foco: os delitos do paradigma clássico do sistema penal perdem espaço focando-se atenções, em termos de política-criminal, em novas formas de criminalidade, maxime a criminalidade organizada e a criminalidade económicofinanceira.&#xD;
De facto, relativamente a esta criminalidade moderna, um dos maiores desafios que se coloca ao Direito Penal concentra-se em alcançar maneiras eficazes de reprimir tais fenomenologias, que apresentam características muito específicas, as quais inviabilizam o seu combate através dos institutos penais tradicionais.&#xD;
Efectivamente, sem embargo das diferenças, a criminalidade organizada encontra na actividade económica o seu campo primacial de motivação e realização, partilhando, assim, com a criminalidade económica a relevância do lucro como seu fito capital.
Descrição: Lusíada. Direito. - ISSN 2182-4118. - S. 2, n. 10 (2012). - p. 293-317.</description>
      <pubDate>Tue, 15 Jul 2014 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/11067/980</guid>
      <dc:date>2014-07-15T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>A maternidade de substituição à luz dos direitos fundamentais de personalidade</title>
      <link>http://hdl.handle.net/11067/979</link>
      <description>Título: A maternidade de substituição à luz dos direitos fundamentais de personalidade
Autor: Lima, Catarina Saraiva; Costa, Marta, 1979-
Resumo: A maternidade de substituição - técnica de procriação medicamente assistida, nos termos da qual uma mulher se dispõe a gerar uma criança no seu útero em benefício e por conta de outrem – é, entre nós, proibida. Objecto de intenso debate e controvérsia, como todas as matérias relacionadas com os “novos mundos” permitidos ao Homem pelo progresso científico, a maternidade de substituição é, por natureza, um tema transversal, polémico e sensível, desde pontos de vista tão variados como a medicina, a ciência, a ética, a biologia, o direito ou a moral. O presente estudo representa apenas uma vertente desta discussão: propomo-nos analisar a figura da maternidade de substituição à luz dos direitos de personalidade consagrados na Constituição da República Portuguesa, em particular, o direito a constituir família, o direito de disposição do próprio corpo e o direito ao livre desenvolvimento da personalidade, temperados pelos princípios do superior interesse da criança, da autonomia privada e da dignidade humana. Na sequência das recentes propostas e discussão da admissibilidade da maternidade de substituição na Assembleia da República, o presente artigo pretende contribuir para a análise da legitimidade da intervenção do Estado nesta matéria, desde uma perspectiva de direitos fundamentais, e reponderar o seu actual enquadramento legal: afinal, perante indivíduos livres e livremente dispostos a celebrar um contrato de maternidade de substituição, deverá ou poderá o Estado proibi-la?
Descrição: Lusíada. Direito. - ISSN 2182-4118. - S. 2, n. 10 (2012). - p. 237-289.</description>
      <pubDate>Tue, 15 Jul 2014 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/11067/979</guid>
      <dc:date>2014-07-15T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>O segredo bancário e a fiscalidade na ordem jurídica portuguesa</title>
      <link>http://hdl.handle.net/11067/978</link>
      <description>Título: O segredo bancário e a fiscalidade na ordem jurídica portuguesa
Autor: Azevedo, Maria Eduarda de Almeida, 1956-
Resumo: A regra do segredo, enquanto um elemento integrante do código deontológico de determinadas profissões, emerge por norma no âmbito de actividades, tanto públicas, como privadas, que pressupõem e implicam o conhecimento de factos respeitantes à vida particular de indivíduos e empresas. Conta-se neste número a actividade bancária, que impõe às instituições do sector, seus órgãos e funcionários o cumprimento de um dever geral de discrição relativamente aos dados de natureza pessoal e económica sobre os clientes, colhidos em exclusivo no exercício das suas funções, configurando uma proibição de revelação e utilização.
Descrição: Lusíada. Direito. - ISSN 2182-4118. - S. 2, n. 10 (2012). - p. 213-236.</description>
      <pubDate>Tue, 15 Jul 2014 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/11067/978</guid>
      <dc:date>2014-07-15T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Do programa do governo</title>
      <link>http://hdl.handle.net/11067/977</link>
      <description>Título: Do programa do governo
Autor: Rodrigues, Luís Manuel Barbosa, 1962-
Resumo: O presente estudo assume por objecto o exame do acto jurídico programa do Governo, na Constituição portuguesa e, sumariamente, no Direito Comparado europeu, analisando a respectiva natureza, procedimento de elaboração e conteúdo.
Descrição: Lusíada. Direito. - ISSN 2182-4118. - S. 2, n. 10 (2012). - p. 167-208.</description>
      <pubDate>Tue, 15 Jul 2014 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/11067/977</guid>
      <dc:date>2014-07-15T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
  </channel>
</rss>

