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    <title>Repositório Colecção:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11067/958</link>
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    <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 20:06:19 GMT</pubDate>
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      <title>Repositório Colecção:</title>
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      <title>Determinantes do comportamento tabágico e implicações para a prevenção do tabagismo</title>
      <link>http://hdl.handle.net/11067/968</link>
      <description>Título: Determinantes do comportamento tabágico e implicações para a prevenção do tabagismo
Autor: Vitória, Paulo Duarte; Branquinho, Cátia Sofia dos Santos, 1986-; Vries, Hein de
Resumo: O comportamento tabágico é a principal causa evitável de doença e morte. Noventa por cento dos fumadores estão dependentes do tabaco. Fumar tabaco é também um determinante importante da dependência de outras drogas e está relacionado com outros problemas nas esferas da saúde mental e das relações sociais, incluindo os comportamentos desviantes. A grande maioria dos fumadores iniciou o consumo de tabaco no início da adolescência. Este conjunto de caraterísticas e de consequências do tabagismo não deixa dúvidas sobre a sua relevância para a prevenção das doenças e dos problemas comportamentais, emocionais e sociais.&#xD;
Os objetivos deste artigo são apresentar os principais determinantes do comportamento tabágico e discutir as suas implicações para a prevenção do tabagismo.&#xD;
A investigação nesta área indica que o determinante fundamental do comportamento tabágico é ... o comportamento tabágico. Em primeiro lugar, porque as experiências iniciais com o tabaco, que ocorrem em geral no início da adolescência, são um determinante importante da dependência no futuro. Por outro lado, o comportamento tabágico dos pares, dos pais e de outros referentes relevantes para os adolescentes é um reconhecido determinante da iniciação e da dependência tabágica.&#xD;
Relativamente à prevenção do tabagismo, um objetivo essencial é evitar ou atrasar a iniciação do comportamento tabágico, levantando todas as barreiras possíveis à ocorrência dos primeiros contactos com o tabaco. A ideia que fumar tabaco implica um risco muito elevado de dependência deve ser enfatizada e reforçada nas campanhas dirigidas aos jovens. É também importante melhorar as competências sociais dos adolescentes para melhorar a sua capacidade de lidar com a influência social. Os pais devem ser sensibilizados relativamente ao modo como o seu próprio comportamento pode influenciar o comportamento dos seus filhos.
Descrição: Revista de Psicologia da Criança e do Adolescente. - ISSN 1647-4120. - V. 4, n. 1 (Janeiro-Junho 2013). - p. 191-206.</description>
      <pubDate>Tue, 01 Jan 2013 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/11067/968</guid>
      <dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Prevenir : um modelo de intervenção longitudinal</title>
      <link>http://hdl.handle.net/11067/967</link>
      <description>Título: Prevenir : um modelo de intervenção longitudinal
Autor: Crusellas, Lorena; Cruz, Marta Costa da; Barbosa, Margarida
Resumo: A Associação Prevenir, ONG para a Prevenção e Promoção da Saúde, desenvolve desde 2002, programas de promoção de hábitos de vida saudáveis e competências psicossociais, através do aumento dos fatores de proteção e redução dos fatores de risco no grupo alvo, para prevenir a aparição de comportamentos desajustados.O objetivo, de acordo com as orientações da Organização Mundial de Saúde,é promover a prevenção precoce, através da formação dos agentes educativos e do fornecimento de estratégias e materiais apelativos, adaptados à idade dogrupo alvo de intervenção. A Associação Prevenir tem em funcionamento 4 programas destinados à população escolar: o “PrÉ: Programa de Competências” (3 aos 5 anos); o “Vamos Cuidar de Nós!” (6 aos 8 anos); o “Crescer a Brincar” (6 aos 10 anos); e o “EU PASSO…” (11 aos 14 anos).Todos os programas da Associação Prevenir são avaliados através de um modelo de “investigação-ação”. A avaliação de resultados foi muito positiva e para além disso, promoveu a a proximação família-escola, melhorias na relação professor-aluno e entre alunos e mudanças nas metodologias de ensino/aprendizagem. Vários dos programas fazem parte da base de dados EDDRA, sendo considerados dos melhores programas de prevenção da Europa (Observatório Europeu da Droga) e da base de dados das Cidades Educadoras.
Descrição: Revista de Psicologia da Criança e do Adolescente. - ISSN 1647-4120. - V. 4, n. 1 (Janeiro-Junho 2013). - p. 183-190.</description>
      <pubDate>Tue, 01 Jan 2013 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/11067/967</guid>
      <dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Alienação parental : síndrome ou não, eis a questão</title>
      <link>http://hdl.handle.net/11067/966</link>
      <description>Título: Alienação parental : síndrome ou não, eis a questão
Autor: Costa, Marta, 1979-; Lima, Catarina Saraiva
Resumo: A alienação parental - ou a consequente síndrome da alienação parental – é um fenómeno que tem vindo a ser estudado, maioritariamente, no âmbito das relações desavindas ou hostis entre progenitores, com reconhecidas consequências prejudiciais para os respectivos filhos. Consiste num processo de destruição das relações da criança com o outro progenitor, através do seu afastamento e denegrimento perante o filho. Esta conduta, que pode ser desenvolvida e promovida, individual ou conjuntamente, por um progenitor ou por qualquer outro familiar, amigo da família, terapeuta ou até advogado, contra o outro progenitor, seus familiares e amigos mais próximos, provoca sérios danos ao bem-estar da criança envolvida, a qual tende a desenvolver desequilíbrios psicológicos, emocionais, sociais, cognitivos e comportamentais.&#xD;
A constatação da alienação parental como situação de facto impulsiona o presente artigo, o qual examina o tratamento dado, pelo ordenamento jurídico português, às relações parentais dos progenitores e filhos em contexto de separação daqueles, nomeadamente à luz da Constituição da República Portuguesa, do Código Civil e da jurisprudência mais recente, para questionar e analisar a sua suficiência para a abordagem de situações reais de alienação parental. Em particular, é examinada a adequação do princípio do Superior Interesse da Criança, por si só, para a resolução bastante destes casos, ou, pelo contrário, será mais conveniente, para a ordem jurídica portuguesa, a vigência de uma lei ou normas específicas e especialmente direccionadas à alienação parental.
Descrição: Revista de Psicologia da Criança e do Adolescente. - ISSN 1647-4120. - V. 4, n. 1 (Janeiro-Junho 2013). - p. 149-182.</description>
      <pubDate>Tue, 01 Jan 2013 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/11067/966</guid>
      <dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>La conducta antisocial adolescente a la luz de las ciencias del cerebro</title>
      <link>http://hdl.handle.net/11067/965</link>
      <description>Título: La conducta antisocial adolescente a la luz de las ciencias del cerebro
Autor: Oliva Delgado, Alfredo
Resumo: Durante la última década se ha producido un importante avanceen la investigación en el ámbito de las neurociencias debido a la utilización de nuevas técnicas de neuroimagen. Estos avances han permitido un mejor conocimiento de los factores cerebrales implicados en algunos comportamientos propios de la adolescencia, como son las conductas antisociales. Así, existe una importante evidencia empírica que indica que se producen importantes cambios que afectan fundamentalmente a la corteza prefrontal, al sistema mesolímbico de recompensa y al de amenaza. Estos últimos experimentan una sobre excitación,como consecuencia de los cambios hormonales propios de la pubertad, que hace que el adolescente tienda a reaccionar de forma impulsiva y se sienta muy atraído por las recompensas inmediatas. En cambio, la corteza prefrontal, encargada decontrolar y regular emociones e impulsos, se encuentra aún en pleno proceso de maduración, por lo que tendrá dificultades para controlarlos. Es decir, los primeros años de la adolescencia serán de mucha vulnerabilidad debido a quelas zonas cerebrales encargadas de poner en marcha los impulsos maduran antes que las encargadas de controlarlos. Aunque ciertos comportamientos de riesgo pueden considerarse adaptativos, algunos factores contextuales pueden influiren que ese desfase o desequilibrio entre circuitos cerebrales sea más acentuado de lo normal, lo que llevaría a algunos chicos y chicas a implicarse en muchas conductas antisociales y de asunción de riesgos.
Descrição: Revista de Psicologia da Criança e do Adolescente. - ISSN 1647-4120. - V. 4, n. 1 (Janeiro-Junho 2013). - p. 129-147.</description>
      <pubDate>Tue, 01 Jan 2013 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/11067/965</guid>
      <dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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