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    <title>Repositório Colecção:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11067/8116</link>
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    <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 23:02:28 GMT</pubDate>
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      <title>Repositório Colecção:</title>
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      <title>Editorial</title>
      <link>http://hdl.handle.net/11067/8275</link>
      <description>Título: Editorial
Autor: Cardoso, Júlia, 1955-
Descrição: Intervenção Social. ISSN 0874-1611. N. 64 (2024).</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Desafios ao serviço social em tempos de COVID-19 : área de envelhecimento</title>
      <link>http://hdl.handle.net/11067/8228</link>
      <description>Título: Desafios ao serviço social em tempos de COVID-19 : área de envelhecimento
Autor: Cardoso, Júlia, 1955-; Martins, Inês Casquilho; Vilar, Duarte, 1954-; Ferreira, Tatiana; Vegard, Patrícia
Descrição: Intervenção Social. ISSN 0874-1611. N. 64 (2024).</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>A ponte : o animal de companhia como facilitador do contacto e interação social da população idosa</title>
      <link>http://hdl.handle.net/11067/8158</link>
      <description>Título: A ponte : o animal de companhia como facilitador do contacto e interação social da população idosa
Autor: Silva, Sílvia de Fátima Francisco da
Resumo: Tendo em consideração a importância do relacionamento social humano e a problemática do isolamento social, nomeadamente para a população idosa, este estudo teve como objetivo central explorar o contributo do animal de companhia (AC) como potencial facilitador do estabelecimento de relações em três dimensões: i) conhecer pessoas, ii) criar amizades iii) gerar apoio social. Foram analisadas, também, as diferenças entre os grupos com e sem AC, particularmente quanto ao grau de concordância referente à facilitação da interação social e bem-estar emocional. O estudo, de natureza quantitativa, utilizou como técnica de recolha de dados um questionário disponibilizado online, que contou com a participação de 231 pessoas com 65 ou mais anos, residentes em Portugal.&#xD;
Deste total, 56 sem e 175 com AC, tendo estes últimos como companhia: cães (36,6%), gatos (42,9%), cães e gatos (16%) e outros animais, incluindo papagaios, canários e uma tartaruga (4,6%). Os resultados evidenciaram que os inquiridos com cão como animal de companhia são quem apresenta maior oportunidade de estabelecer relações com o outro, sendo os que se passeiam ou se expõem com o AC os que apresentam maior possibilidade de conhecer pessoas e interagir com elas. No que se refere ao apoio social, categorizado em quatro tipos (informacional, emocional, integração social e instrumental), apurou-se que a dimensão informacional é a mais valorizada. Os participantes com AC identificam os contributos do seu animal na facilitação do relacionamento social e bem-estar emocional. Na mesma linha de outros estudos – designadamente os de Lisa Wood, sobre o contributo indireto do AC nas várias dimensões das relações sociais humanas – conclui-se que o AC pode ser um facilitador do contacto e da interação social das pessoas idosas, constituindo-se como elemento importante na diminuição do risco de isolamento social. A utilização do espaço público com o AC é um fator a considerar no bem estar social das pessoas idosas e, apesar dos cães se destacarem no papel de facilitador da interação social, o estudo demonstra não haver diferença significativa em relação a outros animais, quando se trata de estabelecer novos contactos e interagir socialmente.
Descrição: Intervenção Social. ISSN 0874-1611. N. 64 (2024)</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Serviço social e museologia social : entre uma política habitacional e atores interdisciplinares</title>
      <link>http://hdl.handle.net/11067/8120</link>
      <description>Título: Serviço social e museologia social : entre uma política habitacional e atores interdisciplinares
Autor: Martins, Robson de Souza
Resumo: Nas últimas décadas, Lisboa experimentou uma expansão significativa de bairros sociais, como resposta ao direito à habitação. Esses bairros, distinguem-se dos demais bairros municipais, em função do estigma historicamente associado e a formação de fronteiras simbólicas e culturais, para além da conceção para satisfazer principalmente uma população de menor poder aquisitivo, refletindo, por isso, a vulnerabilidade destes territórios e das famílias que os habitam. Questiona-se se a ação/inação do Estado promove esta condição de vulnerabilidade, assim como, se as políticas habitacionais contribuem também para o apagamento de memórias. Qualificamos o público-alvo desta política habitacional e apresentamos os conceitos básicos da Sociomuseologia e da Museologia Social como alternativas para um trabalho interdisciplinar, na garantia do direito à memória e ao patrimônio pessoal e comunitário, assim como do direito à cidade. Destacamos como objetivo do trabalho, fruto de uma investigação em curso, perceber se a partir de iniciativas museológicas fomentadas pelo poder público, a Museologia Social reduz fatores de vulnerabilidade nos denominados bairros sociais, estabelecendo como objeto a íntima relação entre Museologia e Serviço Social, as suas aproximações e ancoragens, enquanto parceiros privilegiados do trabalho de campo. Aplicamos uma metodologia qualitativa, utilizando a pesquisa ação, exploratória, indutiva e dedutiva e como instrumento de trabalho a realização de dois projetos, ou seja, duas iniciativas museológicas distintas em bairros sociais. Pretendemos, deste modo, contribuir para uma Política Habitacional inclusiva, valorativa do seu público nos aspectos mais diversos da sua cultura e capital humano e na relação agregadora entre Estado e Comunidade na construção de novas narrativas.; In recent decades, Lisbon has undergone significant expansion of social housing neighborhoods, implemented as a response to the right to housing. These neighborhoods differ from other municipal neighborhoods not only due to their design, which targets low-income populations, but especially because of the historical stigma attached to them. This stigma contributes to the creation of symbolic and cultural boundaries, reinforcing the social and urban vulnerability of the families who live there. In this context, a key question arises regarding the role of the State: to what extent does its action or inaction contribute to perpetuating these conditions of vulnerability? Furthermore, do current housing policies also promote the erasure of collective memories within these territories, disregarding their human and cultural capital? In response, we propose a reevaluation of the target audience of housing policies, along with the introduction of key concepts from Sociomuseology and Social Museology as interdisciplinay alternatives. These fields offer tools to guarantee not only the right to memory and to personal and community heritage, but also the right to the city. The aim of this study, which is part of ongoing research, is to understand whether museological initiatives supported by public authorities can help reduce vulnerability factors in so-called social housing neighborhoods. To this end, we focus on the relationship between Museology and Social Work, analyzing their intersections, foundations, and potential as key partners in fieldwork. The research adopts a qualitative methodology, with exploratory, inductive, and deductive approaches, grounded in action research. As a methodological tool, we developed two distinct museological projects in social housing neighborhoods in Lisbon, with the goal of understanding their dynamics and impacts. Through this study, we seek to contribute to a more inclusive Housing Policy, one that values its beneficiaries in the diverse aspects of their culture, identity, and human capital, while fostering a collaborative relationship between the State and the community in building new narratives around the territory.
Descrição: Intervenção Social. - ISSN 0874-1611. N. 64 (2024)</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/11067/8120</guid>
      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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