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    <title>Repositório Colecção:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11067/5594</link>
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    <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 22:05:11 GMT</pubDate>
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      <title>Repositório Colecção:</title>
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      <title>O estado da macroeconomia hoje : o consenso após a síntese de sínteses</title>
      <link>http://hdl.handle.net/11067/5603</link>
      <description>Título: O estado da macroeconomia hoje : o consenso após a síntese de sínteses
Autor: Vale, Sofia
Resumo: A macroeconomia moderna assenta num consenso em torno de um modelo Novo Keynesiano com três equações, uma IS, uma curva de Phillips e uma regra de política monetária. A concordância em torno destas funções foi marcada por um caminho sinuoso feito de debates e sínteses e contextualizado por acontecimentos económicos marcantes. Este trabalho apresenta e discute os principais contributos de diferentes autores, ao longo dos últimos 90 anos, para a definição do núcleo duro da disciplina.; Modern macroeconomics settles on a consensus about a New Keynesian model with three equations, the IS, the Phillips curve and a monetary policy rule. The agreement about these functions was the result of a winding path made up of discussions and syntheses and marked by significant economic events. This paper presents and discusses the main contributions of different authors, over the past 90 years, to the definition of macroeconomics core.
Descrição: Lusíada. Economia &amp; empresa. ISSN 1645-6750. N. 28 (2020).</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2020 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2020-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Modelos operativos da cultura organizacional</title>
      <link>http://hdl.handle.net/11067/5602</link>
      <description>Título: Modelos operativos da cultura organizacional
Autor: Raposo, Ruben José de Almeida Martins, 1952-
Resumo: Até aos anos 60, a racionalidade e a técnica eram os princípios orientadores da gestão empresarial, sendo que se enfatizava a eficiência dos processos e se visualizava a empresa como um sistema fechado. Todas as medidas de gestão e de inovação se centralizavam no dirigente.&#xD;
Associada à crise económica que sobreveio após o choque petrolífero de 1973, vai surgir a crise ideológica, que pôs em causa a ordem existente.&#xD;
É nesse tempo histórico que surge o conceito «small is beautiful», que se concretizou pela valorização das pequenas e médias empresas e pela reorganização das grandes empresas em subunidades autónomas, unidas estratégica e financeiramente.&#xD;
O desenvolvimento simultâneo, quer da liberdade quer da autonomia levou a considerar tanto a gestão das técnicas de comunicação, como a do simbólico. Desta forma, o gestor tem de se tomar um líder capaz de gerir pela cultura.&#xD;
Um dos factores determinantes que contribuiu para esta mudança foi o crescente protagonismo do Japão, apesar das suas limitações estratégicas, nomeadamente energéticas.&#xD;
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O emergir desta nova potência levou os gestores ocidentais a ponderar a importância dos factores culturais na eficácia empresarial.&#xD;
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Ao longo dos anos 80 os gestores assistiram à chegada triunfal de um novo tema nas técnicas de gestão, a cultura organizacional.&#xD;
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O presente capítulo pretende fornecer uma perspectiva simples, embora clarificadora do que a cultura.&#xD;
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Serão apresentadas algumas definições da cultura organizacional. Tentarse-á desenhar um conjunto de características que a diferenciam de outros conceitos. Discutir- se-ão os níveis de análise (nacional e organizacional). Por último concluir-se-á este capítulo com a apresentação do Modelo dos Valores Contrastantes de Quinn.
Descrição: Lusíada. Economia &amp; empresa. ISSN 1645-6750. N. 28 (2020).</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2020 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <title>Uma reflexão sobre os possíveis efeitos socioeconómicos da CoViD-19</title>
      <link>http://hdl.handle.net/11067/5601</link>
      <description>Título: Uma reflexão sobre os possíveis efeitos socioeconómicos da CoViD-19
Autor: Rodrigues, Pedro Gomes
Resumo: Esta breve nota resulta de uma reflexão do autor e pretende sistematizar num só texto os vários efeitos socioeconómicos que podemos esperar, resultantes da pandemia por CoViD-19. Alguns destes efeitos já estão em curso; outros poderão ou não se materializar, dependendo de eventuais alterações permanentes no nosso comportamento. Em todo o caso, este pretende ser um pequeno contributo estratégico com vista à formulação de melhores políticas públicas nos próximos tempos, numa altura em que os múltiplos stakeholders estão naturalmente muito ocupados na resolução de problemas mais imediatos.; This brief note is the result of the author’s reflection and aims to systematize in one text alone various socioeconomic effects we can expect, resulting from the CoViD-19 pandemic. Some of these effects are already ongoing; others may or may not materialize, depending on hypothetical permanent changes in our behavior. In any case, this aims to be a small strategic contribution with a view to formulating better public policies soon, at a time when the multiple stakeholders are naturally very busy solving more immediate problems.
Descrição: Lusíada. Economia &amp; empresa. ISSN 1645-6750. N. 28 (2020).</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2020 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <title>Portugal versus a OCDE : a competitividade orçamental em análise</title>
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      <description>Título: Portugal versus a OCDE : a competitividade orçamental em análise
Autor: Rodrigues, Pedro Gomes; Pêcego, Luís Gomes
Resumo: Este artigo pretende determinar que países da OCDE são uma referência quando falamos de reforma do processo orçamental. Usando dados facilmente acessíveis, ordenamos os países pelo seu score de competitividade orçamental (SCO). É um indicador novo que vai para além dos critérios financeiros convencionais da política orçamental como o desequilíbrio das finanças públicas, o peso do Estado ou a carga fiscal. Ao invés disso, focamos em três critérios económicos fundamentais e que determinam se o processo orçamental produz bons resultados: a transparência orçamental, o desempenho do setor público e, finalmente, a orientação das políticas públicas para o futuro. Do Estado espera-se não só que preste contas pelo que faz, mas também que contribua efetivamente para a Riqueza das Nações e para a contínua melhoria da qualidade de vida da população, acautelando riscos e tendências.; This article aims to determine which OECD countries are a reference when we speak of reforming the budgetary process. Using easily accessible data, we order countries by their Score for Budgetary Competitiveness (SCO). This is a new indicator that goes beyond fiscal policy’s conventional financial criteria such as the imbalance of public finances, the State’s weight, or the tax burden. Instead, we focus on three fundamental economic criteria that determine whether the budgetary process yields good results or not: budgetary transparency, public sector performance, and, finally, public policies’ orientation towards the future. From the State one expects not only accountability for what it does, but also that it effectively contributes towards the Wealth of Nations and continuously improves the population’s quality of life, safeguarding risks and considering trends.
Descrição: Lusíada. Economia &amp; empresa. ISSN 1645-6750. N. 28 (2020).</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2020 00:00:00 GMT</pubDate>
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