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    <title>Repositório Colecção:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11067/553</link>
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    <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 22:05:09 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-10-29T22:05:09Z</dc:date>
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      <title>A política externa portuguesa e a neutralidade peninsular na II Guerra Mundial (1939-1942)</title>
      <link>http://hdl.handle.net/11067/2532</link>
      <description>Título: A política externa portuguesa e a neutralidade peninsular na II Guerra Mundial (1939-1942)
Autor: Fernandes, João Paulo Santos de Castro, 1963-
Resumo: O foco deste trabalho é a importância da neutralidade, enquanto instrumento político, na História das relações internacionais peninsulares, durante a II Guerra Mundial. Quando terminou a Guerra Civil de Espanha o governo português, através do seu líder, Oliveira Salazar, perspectivou um aumento das tensões europeias, a ponto de se referir à eclosão de um conflito, a breve prazo. A questão que se colocaria a Portugal, e ao decisor político, seria o peso que os países do Eixo, aliados da Espanha na referida Guerra Civil, poderiam vir a exercer na decisão que a Espanha viesse a tomar, face à declaração de guerra. Pela lógica das alianças e das tendências ideológicas, Portugal, a não ser neutral, só poderia apoiar a Inglaterra, cumprindo o espírito da Aliança Luso-britânica. A Espanha, pelo seu alinhamento recente, a não ser neutral, só poderia deslocar-se para o eixo Roma-Berlim.&#xD;
Pretende-se demonstrar, ao longo deste trabalho, que a estratégia desenvolvida pelo Presidente do Conselho foi fundamental para garantir a não-entrada da Espanha, e de Portugal, na guerra e dissuadir os aliados de sucumbir à tentação de ocupar territórios peninsulares como alegada medida preventiva. Finalmente importa descodificar as posições que se foram tomando até à formação de um bloco ibérico, cuja construção, em Dezembro de 1942, na opinião de observadores internacionais, à época, se fez sob a égide do estado menor ou, numa lógica geopolítica, do pequeno estado. O objectivo acessório deste trabalho é que fique demonstrado que a neutralidade política de Portugal, enquadrada nas linhas tradicionais da sua política externa, foi o maior contributo que Portugal podia ter prestado à Grã-Bretanha, perante o desafio que a esta foi lançado pela Alemanha, em Setembro de 1939.
Descrição: Tese de doutoramento em Relações Internacionais, Universidade Lusíada de Lisboa, 2016; Exame público realizado em 18 de Julho de 2016</description>
      <pubDate>Wed, 20 Jul 2016 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/11067/2532</guid>
      <dc:date>2016-07-20T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>O desenvolvimento em África e a segurança da Europa : o caso da Guiné-Bissau</title>
      <link>http://hdl.handle.net/11067/2463</link>
      <description>Título: O desenvolvimento em África e a segurança da Europa : o caso da Guiné-Bissau
Autor: Saraiva, Luís Eduardo Marquês, 1956-
Resumo: África e Europa têm problemas comuns, relacionados com segurança e desenvolvimento. Afirma-se que desenvolvendo África se reforçará a segurança europeia e que as capacidades europeias de segurança poderão ser úteis ao desenvolvimento africano. Assim sendo, esta investigação procurou identificar as ligações entre segurança e desenvolvimento, na Europa e em África.&#xD;
Argumenta-se que África é sensível e vulnerável a mudanças nas condições mundiais de segurança e desenvolvimento e que, investindo no desenvolvimento africano e no levantamento das capacidades africanas de manutenção de paz, se reforçará a segurança europeia. Existe o sentimento de a crescente insegurança no Mundo ser devida ao terrorismo, mas o colapso dos Estados também fomenta condições para outras actividades que afectam a segurança, como o tráfico de droga e de seres humanos.&#xD;
Portanto, o "fracasso" africano é também preocupação da Europa e esta deve investir no restabelecimento de economias viáveis no seu flanco Sul. Ambos os lados deste binómio são tratados: à questão de quebra da segurança europeia, devido ao tráfico humano, às redes de narcóticos e de terrorismo, opõe-se em África a necessidade de medidas de segurança que apoiem o desenvolvimento.&#xD;
Após análise da literatura sobre governação global, interdependência complexa, segurança e desenvolvimento, esta investigação buscou identificar, no terreno, a materialização das teorias sobre o nexo segurança-desenvolvimento. Recolheram-se dados de várias organizações, incluindo recurso a entrevistas em Bruxelas, Lisboa e Bissau, e análise da imprensa escrita. O estudo de caso debruça-se sobre a Guiné-Bissau, mas o mais importante objecto desta pesquisa foi África como um todo.
Descrição: Tese de doutoramento em Relações Internacionais, Universidade Lusíada de Lisboa, 2010; Exame público apresentado em 5 de Janeiro de 2012</description>
      <pubDate>Fri, 01 Jan 2010 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/11067/2463</guid>
      <dc:date>2010-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Fluxos migratórios e desafios de segurança : a circulação de pessoas nas fronteiras aéreas portuguesas</title>
      <link>http://hdl.handle.net/11067/2456</link>
      <description>Título: Fluxos migratórios e desafios de segurança : a circulação de pessoas nas fronteiras aéreas portuguesas
Autor: Nicolau, Paulo Alexandre Nunes, 1965-
Resumo: O presente trabalho versa sobre a operacionalização do controlo do movimento de pessoas em larga escala nas fronteiras nacionais, que surge da dinâmica de construção de um ambiente de segurança no espaço de livre de circulação na União Europeia. Este processo de transformação dos fluxos migratórios para o espaço europeu comum, num desafio de segurança ligado à migração ilegal, tem início com os Acordos Schengen, assinados em 1985, e desenvolve-se com a criação da agência europeia de fronteiras Frontex, em 2004. Com a crescente afirmação da aviação civil como factor de integração global das migrações humanas, assiste-se a uma intensificação da transformação do fenómeno, que culmina com os atentados terroristas de 11 de Setembro de 2001 nos Estados Unidos da América, de 11 de Março de 2004 e de 07 de Junho 2005 na Europa. Este trabalho das Relações Internacionais propõe-se estudar a relação entre modelos nacionais de controlo de fronteira, à medida que a interdependência cresce, e a nova abordagem que requer a participação em organizações internacionais que garantam mecanismos legais e cooperativos abrangentes. Para alcançar esse objectivo foi efectuada uma pesquisa das capacidades portuguesas de gestão dos fluxos migratórios e de operacionalização da protecção nas fronteiras externas aéreas. Para tal, realizou-se uma análise dos desafios de segurança identificados no controlo da circulação de pessoas nas fronteiras aéreas, pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, de forma a melhor compreender o contributo de Portugal na dinâmica de institucionalização do controlo nas fronteiras do continente europeu, na tentativa de obter mais segurança.
Descrição: Tese de doutoramento em Relações Internacionais, Universidade Lusíada de Lisboa, 2016; Exame público realizado em 7 de Junho de 2016</description>
      <pubDate>Thu, 09 Jun 2016 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/11067/2456</guid>
      <dc:date>2016-06-09T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>O panteão familiar e a adoção do vocabulário clássico-renascentista no panorama da escultura tumular portuguesa : o exemplo da capela dos Ataídes no antigo convento de Santo António da Castanheira</title>
      <link>http://hdl.handle.net/11067/1514</link>
      <description>Título: O panteão familiar e a adoção do vocabulário clássico-renascentista no panorama da escultura tumular portuguesa : o exemplo da capela dos Ataídes no antigo convento de Santo António da Castanheira
Autor: Andrade, Sara Morais Saraiva de, 1977-
Resumo: O objetivo principal da presente dissertação consiste na identificação, caraterização e análise do vocabulário ornamental clássico-renascentista ao romano patente nos panteões familiares renascentistas nacionais. Partindo de uma capela única no espaço funerário renascentista nacional – o panteão familiar dos Ataídes (da Castanheira), edificado entre 1532 e 1550 e analisado sob as perspetivas histórica, espacial, seráfica, documental, artística, autoral, heráldica, genealógica, iconográfica, plástica, esquemática e compositiva – e tendo como propósito fulcral colmatar uma lacuna no panorama da historiografia da arte portuguesa, concernente à tumulária do Renascimento e ao ornato lavrado ao romano, empreendemos um extenso inventário em que identificámos setenta e cinco manifestações escultóricas funerárias que permitiram a constituição e organização de um corpus de ornatos lavrados ao romano, com cerca de dois mil exemplares, que depois foram analisados e caraterizados, sob o ponto de vista evolutivo, desde a Antiguidade Clássica até ao Renascimento, sua aplicação e modelos adotados em Portugal.&#xD;
Relacionando três domínios de investigação nucleares, a contextualização histórico-espacial, tanatológica e artística, desenvolvemos estudos paralelos sobre a evolução dos panteões desde a Antiguidade até aos nossos dias, interpretando modelos, conceitos e exemplares europeus e nacionais, complementando estes últimos com desenhos esquemáticos; realizámos um guia de orientação em que fixámos nomenclaturas associadas a espaços, estruturas e monumentos fúnebres europeus (elucidário) bem como um glossário de terminologias relacionado com o conceito de morte; considerámos a origem genealógica e a heráldica das famílias identificadas, a importância da personalização da sepultura (pedras de armas) como meio de identificação familiar e de preservação da memória linhagística e ainda a especificidade do caso português no desenvolvimento cronológico, morfológico e espacial dos espaços familiares da morte; caraterizámos a produção artística da tumulária do Renascimento em Portugal, desde a receção e a assimilação do vocabulário ornamental ao romano, às vias de influência e aos principais veículos de difusão desses mesmos reportórios gravados; e, por último, definimos o modelo renascentista, os focos artísticos, os materiais, os conjuntos tipológicos e os componentes dos espaços funerários e dos monumentos fúnebres inventariados.
Descrição: Tese de doutoramento em História, Universidade Lusíada de Lisboa, 2014; Exame público realizado em 20 de Abril de 2015</description>
      <pubDate>Wed, 22 Apr 2015 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/11067/1514</guid>
      <dc:date>2015-04-22T00:00:00Z</dc:date>
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