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    <title>Repositório Colecção:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11067/5122</link>
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    <pubDate>Sat, 31 Oct 2026 14:27:16 GMT</pubDate>
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      <title>Repositório Colecção:</title>
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      <title>Instruções aos autores</title>
      <link>http://hdl.handle.net/11067/5353</link>
      <description>Título: Instruções aos autores
Autor: Carvalho, José Eduardo dos Santos Soares, 1939-
Descrição: Lusíada. Economia &amp; Empresa. - ISSN 1645-6750. - S. 2, n. 2-3 (2003). - p. 231-253.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2003 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2003-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Seguradoras portuguesas : que futuro?</title>
      <link>http://hdl.handle.net/11067/5352</link>
      <description>Título: Seguradoras portuguesas : que futuro?
Autor: Valido, Manuel Maria Godinho Marques, 1944-
Resumo: Os Estados-Membros da União Europeia têm, entre si, diferentes estádios de desenvolvimento económico e social e de dimensão demográfica que, por si só, representam significativos factores condicionantes da actividade no sector dos seguros.&#xD;
As quotas relativas de cada país mostram diferenças muito significativas, tanto no ramo Vida como nos ramos Não Vida.&#xD;
A densidade de seguros num determinado país é expresso, geralmente, pelo montante médio gasto em seguros por habitante. Este prémio por habitante coloca Portugal na penúltima posição no ranking dos pais europeus.&#xD;
As seguradoras portuguesas enfrentam fragilidades perante as concorrentes que optaram pela via da internacionalização e obtiveram importantes posições em diversos mercados da União Europeia e mesmo noutros continentes. Dispõem de grandes fluxos financeiros que lhes permitem ganhos substanciais e elevados investimentos.&#xD;
A inclusão de Portugal na zona Euro permite abrir novas oportunidades de negócio para as seguradoras multinacionais, tendo como atractivo a diversificação dos seus investimentos e o facto de acederem a um mercado cujos resultados técnicos são ainda positivos. Perspectiva-se que os próximos anos serão caracterizados por dois factores determinantes na evolução da actividade seguradora: o desenvolvimento das tecnologias da informação e alteração profunda na evolução demográfica das populações.
Descrição: Lusíada. Economia &amp; Empresa. - ISSN 1645-6750. - S. 2, n. 2-3 (2003). - p. 205-230.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2003 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2003-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>A contratualização em saúde : modelos de financiamento</title>
      <link>http://hdl.handle.net/11067/5351</link>
      <description>Título: A contratualização em saúde : modelos de financiamento
Autor: Santos, Ricardo Alexandre da Silva
Resumo: Os consumidores no mercado da saúde são pouco sensíveis à dualidade preço/utilidade, assumindo um comportamento diferente daquele que assumiriam num mercado competitivo.&#xD;
Em Portugal, como na maioria dos países da Europa Ocidental, um seguro nacional de saúde protege o consumidor dos efeitos financeiros da doença, pagando pela maioria dos cuidados prestados aos cidadãos.&#xD;
A contratualização em saúde é um processo de compatibilização dos interesses dos prestadores com os dos utilizadores, de modo que daí resulte a melhor solução possível para ambos.&#xD;
Os mecanismos de contratualização são cada vez mais utilizados na Europa, servindo como instrumentos de monitorização, de implementação de sistemas de planeamento e de fomento da competição entre os serviços prestadores de cuidados de saúde, os quais, a diferentes tipos de contratos correspondem diferentes tipos de risco.&#xD;
Os princípios e metodologias seguidas no financiamento dos sistemas de saúde, assumem particular importância na definição de linhas de orientação estratégica, tendo em vista o seu desenvolvimento.&#xD;
Em Portugal, o financiamento na saúde provem maioritariamente do Orçamento do Estado. Uma forma de seguro implícito, em que os cidadãos beneficiados não têm uma noção exacta dos seus contributos para o financiamento cia saúde, sendo que a imagem, normalmente, formada seja a da gratuitidade do sistema.&#xD;
A convergência entre diferentes sistemas de saúde, combinando princípios de solidariedade e de equidade com mecanismos de competição é uma realidade actual.
Descrição: Lusíada. Economia &amp; Empresa. - ISSN 1645-6750. - S. 2, n. 2-3 (2003). - p. 175-203.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2003 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2003-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>A indústria da construção e obras públicas : a performance de Portugal face à União Europeia</title>
      <link>http://hdl.handle.net/11067/5347</link>
      <description>Título: A indústria da construção e obras públicas : a performance de Portugal face à União Europeia
Autor: Ferro, Luís Fernando Montes Palma, 1962-
Resumo: A indústria da construção sofreu mudanças radicais no decurso da última década do seculo XX: a competição tornou-se extremamente agressiva na Europa e fora dela em resultado da crescente globalização dos mercados, aumentando consideravelmente o risco do negócio das empresas do sector.&#xD;
O factor crítico de sucesso no novo cenário é representado pela maior ou menor capacidade de gerir o acréscimo de risco do negócio, identificando as suas determinantes e individualizando estratégias de optimização das sociedades de construção.&#xD;
As empresas do sector utilizam, quase exclusivamente, indicadores de cariz iminentemente financeiro, conduzindo a uma análise redutora e a conclusões que não expressam a real idade do negócio da construção.&#xD;
Revela-se a importância e a necessidade de se definir um novo modelo de avaliação da performance empresarial, onde se integre outras medidas de performance complementares.&#xD;
Um estudo, com incidência num painel de empresas de construção nos países da "Europa do Sui" (Espanha, Itália e Portugal) mostra uma tendência para um crescente impacto dos indicadores de performance entre si, com comportamentos cada vez mais explicados par variações integradas das variáveis quer de natureza económica quer de natureza financeira.&#xD;
A introdução de variáveis económicas, no modelo de avaliação, mostra que as empresas portuguesas do sector apresentam valores de produtividade económica inferiores aos registados pelas congéneres de Espanha e de Itália, e, consequentemente, a perda de competitividade económica em relação as mesmas.
Descrição: Lusíada. Economia &amp; Empresa. - ISSN 1645-6750. - S. 2, n. 2-3 (2003). - p. 145-174.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2003 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/11067/5347</guid>
      <dc:date>2003-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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