<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0">
  <channel>
    <title>Repositório Colecção:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11067/4046</link>
    <description />
    <pubDate>Fri, 30 Oct 2026 01:15:09 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-10-30T01:15:09Z</dc:date>
    <image>
      <title>Repositório Colecção:</title>
      <url>http://repositorio.ulusiada.pt:80/retrieve/08c40b38-9984-49b3-9c3d-0e290df4431f/is_35_2009.jpg</url>
      <link>http://hdl.handle.net/11067/4046</link>
    </image>
    <item>
      <title>Serviço social na modernidade tardia : que empowerment é possível?</title>
      <link>http://hdl.handle.net/11067/4293</link>
      <description>Título: Serviço social na modernidade tardia : que empowerment é possível?
Autor: Pinto, Carla
Resumo: O objectivo desta comunicação é partilhar algumas reflexões a volta do conceito de empowerment, que temos vindo a desenvolver no âmbito de uma dissertação de doutoramento sobre as representações e práticas do empowerment dos trabalhadores sociais portugueses. O empowerment aparece-nos como valor principio político e técnico/ metodológico e como instrumento das políticas sociais e do trabalho social. Todavia, a rosa tem espinhos: o conceito revela-se polissémico, multidisciplinar, multidimensional, e também ambíguo, controverso, diferentemente entendido e experienciado pelos sujeitos. Não raras vezes o empowerment apresenta-se mais como slogan legitimador das acções no plano teórico, e menos como uma prática de intervenção com identidade própria. Perante diversos entendimentos de empowerment possíveis, e relevante reflectir sobre que tipo de empowerment e efectivamente desenvolvido pelos profissionais no terreno. Esta questão sobre a prática profissional remete-nos para a missão do próprio serviço social. No contexto difícil da modernidade tardia no qual vivemos e trabalhamos, que prática de serviço social e possível e qual a desejável? Que empowerment queremos? Que empowerment e possível com os condicionamentos sócio-políticos actuais?
Descrição: Intervenção social. - ISSN 0874-1611. - N. 35 (2009). - p. 397-410</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2009 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/11067/4293</guid>
      <dc:date>2009-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>O e-learning e a formação europeia de assistentes sociais : a experiência da Virclass</title>
      <link>http://hdl.handle.net/11067/4292</link>
      <description>Título: O e-learning e a formação europeia de assistentes sociais : a experiência da Virclass
Autor: Marques, Eduardo; Mouro, Helena, 1951-
Descrição: Intervenção social. - ISSN 0874-1611. - N. 35 (2009). - p. 389-395</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2009 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/11067/4292</guid>
      <dc:date>2009-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>A importância dos percursos profissionais na formação contínua e nas construções identitárias dos assistentes sociais</title>
      <link>http://hdl.handle.net/11067/4291</link>
      <description>Título: A importância dos percursos profissionais na formação contínua e nas construções identitárias dos assistentes sociais
Autor: Passarinho, Isabel
Resumo: Nesta intervenção, num primeiro momento, tenta-se equacionar a institucionalização do serviço Social como profissão que, tendo como uma das referências históricas o pensamento humanitário, assume legitimação profissional plena com o estabelecimento de uma nova relação entre o Estado e Sociedade Civil. Partilha-se a concepção de Chris Rojek (1988) de que a crise cultural do Serviço Social moderno está relacionada com 0 fosso entre a linguagem e 0 significado, entre a representação e a acção, enraizadas numa sociedade que já não existe. Na crise de modelo de sociedade, a privatização e a desregulação são meios de ajustamento estrutural do Estado a nova economia global - um processo simultâneo de globalização e localização com consequências ao nível da perda de legitimidade e autoridade politica e com a erosão do projecto de modernidade, onde a educação como um todo perde a sua orientação (Finger e Asún, 2003:106). Esta realidade, a que alguns autores chamam pós-moderna, tem no individualismo uma característica marcante, quer para a pratica da educação de adultos, quer para a acção social. A comunicação, num segundo momento, procura apresentar um estudo ainda exploratório sobre a formação, com especial enfoque na autoformação, procurando identificar as aprendizagens realizadas nos percursos profissionais dos assistentes sociais, os significados que lhes atribuem e quais os processos das suas construções identitárias.
Descrição: Intervenção social. - ISSN 0874-1611. - N. 35 (2009). - p. 367-388</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2009 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/11067/4291</guid>
      <dc:date>2009-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
    <item>
      <title>Pensar a formação em serviço social no quadro da globalização e do espaço único europeu</title>
      <link>http://hdl.handle.net/11067/4290</link>
      <description>Título: Pensar a formação em serviço social no quadro da globalização e do espaço único europeu
Autor: Ferreira, Jorge Manuel Leitão, 1966-
Descrição: Intervenção social. - ISSN 0874-1611. - N. 35 (2009). - p. 351-366</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2009 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/11067/4290</guid>
      <dc:date>2009-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
  </channel>
</rss>

