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    <title>Repositório Colecção:</title>
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    <title>Recensão : "O despertar da Eurásia : em busca da nova ordem mundial" de Bruno Maçães</title>
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    <description>Título: Recensão : "O despertar da Eurásia : em busca da nova ordem mundial" de Bruno Maçães
Autor: Tavares, João António de Mendonça Vieira Lopes, 1991-
Descrição: Lusíada. Política internacional e segurança. - ISSN 1647-1342. - S.1, n. 27-28 (2024).</description>
    <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Da complementaridade da segurança privada</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11067/7510</link>
    <description>Título: Da complementaridade da segurança privada
Autor: Gíria, João
Resumo: O autor faz uma análise sobre o regime de segurança privada em Portugal. Para tal, aprecia o regime de complementaridade da segurança privada com a responsabilidade do Estado em promover o direito da segurança. Na análise à Lei n.º 34/2013, de 16 de maio, alterada e republicada através da Lei n.º 46/2019, de 08 de julho, é feita uma avaliação das competências da segurança privada e das atribuições que a segurança tem vindo a assumir na comunidade. Por fim, analisa qual a possibilidade deste tipo de segurança contribuir para a segurança pública, mais concretamente a segurança interna. Verifica as possibilidades desta atuação, como averigua os limites que o legislador concedeu à segurança privada e quais as suas potencialidades no serviço ao cidadão.; The author analyses the private security regime in Portugal. To this end, he analyses the complementary regime of private security with the responsibility of the State to promote the right to security. In the analysis of Law no. 34/2013, of 16 May, amended and republished through Law no. 46/2019, of 08 July, an assessment is made of the competences of private security and the attributions that security has been assuming in the community. Finally, it analyses the possibility of this type of security contributing to public security, more specifically internal security. It verifies the possibilities of this action, as well as ascertaining the limits that the legislator has granted to private security and what its potential is in serving the citizen.; El autor analiza el régimen de la seguridad privada en Portugal. Para ello, analiza el régimen complementario de la seguridad privada con la responsabilidad del Estado de promover el derecho a la seguridad. En el análisis de la Ley n.º 34/2013, de 16 de mayo, modificada y reeditada a través de la Ley n.º 46/2019, de 08 de julio, se hace una valoración de las competencias de la seguridad privada y de las atribuciones que la seguridad ha ido asumiendo en la comunidad. Finalmente, se analiza la posibilidad de que este tipo de seguridad contribuya a la seguridad pública, más concretamente a la seguridad interior. Se verifican las posibilidades de esta actuación, así como se constatan los límites que el legislador ha otorgado a la seguridad privada y cuál es su potencial al servicio del ciudadano.
Descrição: Lusíada. Política internacional e segurança. - ISSN 1647-1342. - S.1, n. 27-28 (2024).</description>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/11067/7509">
    <title>Global e policial : ciência e policial</title>
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    <description>Título: Global e policial : ciência e policial
Autor: Clemente, Pedro José Lopes, 1959-
Resumo: No mundo ideal não existe polícia, porém o real nunca corresponde ao ideal. Assim, ninguém fica indiferente à questão policial, muito menos a ciência. Agora, a polícia tem dignidade académica, cujo estudo da polícia, enquanto instituição e ação, advém da Ciência Policial e de outras ciências, como a Sociologia, o Direito ou a Globalogia (Estudos Globais). A Ciência promove a polícia inteligente: a ciência guia a polícia; a polícia orientada pela ciência ganha eficácia na ação.&#xD;
A globalização associa-se à ciência e projeta-se na polícia: a cidade é global, a humanidade universal e a polícia glocal. Na idade global, a polícia pensa-se singular, exprime-se plural e existe glocal – é uma convergência entre o global e o local. A polícia assume-se glocal na cidade global, ou seja. a polícia é uma ideia global de expressão local: não há polícia universal, apenas local; só a ideia de polícia é global.&#xD;
Pura verdade, sem a polícia, a cidade afunda-se no crime. Outrora, como hoje, a polícia constitui um bem maior da cidade, por que não há sociedade sem crime, nem liberdade sem segurança, nem sequer Estado sem polícia. Hodiernamente, o serviço policial ergue-se como ator principal da segurança interna, pelo que cada polícia age conforme o ditame das políticas públicas do Estado de Direito democrático.; In the ideal world there is no police, but the real world never matches the ideal. So nobody is indifferent to the police question, least of all science. Now, the police have academic dignity, and the study of the police as an institution and action comes from Police Science and other sciences such as Sociology, Law or Globalogy (Global Studies). Science promotes intelligent policing: science guides the police; science-orientated police make their actions more effective.&#xD;
Globalisation is associated with science and is projected onto the police: the city is global, humanity is universal and the police are glocal. In the global age, the police think singular, express the mselves plural and exist glocal – it is a convergence between the global and the local. The police are glocal in the global city, i.e. the police are a global idea with a local expression: there are no universal police, only local ones; only the idea of the police is global.&#xD;
Without the police, the city sinks into crime. In the past, as to day, the police are the city’s greatest asset, because there is no socie ty without crime, no freedom without security, no state without the police. Nowadays, the police service is the main actor in internal security, so each police force acts according to the dictates of the public policies of the democratic rule of law.
Descrição: Lusíada. Política internacional e segurança. - ISSN 1647-1342. - S.1, n. 27-28 (2024).</description>
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    <title>Uma perspetiva realista neoclássica sobre as implicações para Taiwan da disputa territorial das ilhas Senkaku/Diaoyutai/Tiaoyutai</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11067/7508</link>
    <description>Título: Uma perspetiva realista neoclássica sobre as implicações para Taiwan da disputa territorial das ilhas Senkaku/Diaoyutai/Tiaoyutai
Autor: Tavares, João António de Mendonça Vieira Lopes, 1991-
Resumo: A importância desta investigação resulta da necessidade de esclarecimento sobre as implicações para Taiwan da disputa sino-nipónica sobre as ilhas em questão. Taiwan reclama as ilhas sob o fundamento que estas foram indevidamente ocupadas pelo Japão, e geograficamente estas ilhas estão localizadas na Zona Económica Exclusiva de Taiwan. O problema de Taiwan é que tal como a República Popular da China, e ao contrário do Japão, nunca exerceu uma ocupação efetiva das ilhas em questão. No entanto, justifica o seu direito com base de que as ilhas pertencerem a República da China com base no argumento de que as ilhas se encontravam sob a soberania chinesa desde a dinastia Qing, devido a proximidade geográfica com a ilha da Formosa e que foram ocupadas ilegalmente pelo Japão como consequência da Primeira Guerra Sino–Japonesa. As razões invocadas por Taipé são semelhantes aos motivos defendidos por Pequim. Metodologicamente esta questão será abordada à luz da teoria realista neoclássica das Relações Internacionais, com recurso à bibliografia específica. A principal conclusão desta investigação é que Taiwan não tem legitimidade para reclamar as ilhas em questão, assim como a República Popular da China.; The importance of this investigation results from the need to clarify the implications for Taiwan of the Sino-Japanese dispute over the islands in question. Taiwan claims the islands on the grounds that they were unduly occupied by Japan, and geographically these islands are in Taiwan’s Exclusive Economic Zone. The problem with Taiwan is that, like the People’s Republic of China, and unlike Japan, it has never exercised an effective occupation of the islands in question. However, it justifies its right on the basis that the islands belong to the Republic of China based on the argument that the islands were under Chinese sovereignty since the Qing Dynasty, due to their geographical proximity to the island of Formosa and that they were occupied illegally by Japan because of the First Sino–Japanese War. The reasons cited by Taipei are like the reasons defended by Beijing. Methodologically, this issue will be addressed in the light of the Neoclassical Realist Theory of International Relations, using specific bibliography. The main conclusion of this investigation is that Taiwan does not have the legitimacy to claim the islands in question, as does the People’s Republic of China.
Descrição: Lusíada. Política internacional e segurança. - ISSN 1647-1342. - S.1, n. 27-28 (2024).</description>
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