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    <title>Repositório Colecção:</title>
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    <title>As formas sob a luz : Le Corbusier : Deus ex machina</title>
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    <description>Título: As formas sob a luz : Le Corbusier : Deus ex machina
Autor: Chaves, Mário João Alves, 1965-
Resumo: Le Corbusier, encarnou a grande aventura cultural e arquitectónica deste século XX, em parte devido à sua inegável vontade de criação e potência sobre o inconformismo. Legou invenções estéticas e técnicas que se estenderam e influenciaram a Arquitectura do betão de forma significativa, mudando e delineando os vectores da plástica na Arquitectura Moderna por duas vezes: uma nos anos vinte, com os seus conceitos de Purismo e outra nos anos cinquenta com as esculturais formas de Brutalismo.ara além da actividade criativa, Le Corbusier deu ao Movimento Moderno o estatuto moral e fortificante que necessitava, como afirmação ao gosto burguês. Conhecido como opositor mordaz contra certas tendências anacrónicas das Academias e certos tipos de ‘ modernidades expontaneas não reflectidas ‘, personalizou e manifestou-se como uma figura plena de integridade e consciência. Numa visão mais alargada, a sua influência deve-se muito aos livros (perto de 40) e incontáveis artigos que transmitiram a paixão da criação até um vasto público, quis consciêncializar para o valor e importância da nova Arquitectura. O grande sucesso de Le Corbusier trouxe, num outro aspecto, um falhanço reconhecido, porque unanimamente se pode reconhecer que uma casa é mais que uma máquina de habitar, que o planeamento urbano é mais que uma simplificação e ordenação das suas diferentes funçöes urbanas e que os seus quadros abstractos puristas não podem orquestrar o ‘spectrum’ total das emoções sentidas perante as formas de arquitectura.
Descrição: Neves, Victor Manuel Canedo coord. (2004) - A luz. Lisboa : Universidade Lusíada, 2004.</description>
    <dc:date>2004-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Fotofobia : apontamentos</title>
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    <description>Título: Fotofobia : apontamentos
Autor: Zúquete, Ricardo, 1963-
Resumo: A ideia que se tem de Amsterdam, desde um mar calmo com braços por entre a cidade que lhe conferem um tom bucólico, suave, entre ruas/canais e variadas fachadas de um tijolo castanho, é o cenário e imagem da cidade que se contempla. O que os retratos da cidade não oferecem, e é surpreendente quando se chega, é a ausência de recorte, a falta de silhuetas vincadas pela sombra, porque a luz parece ser fina, ou que em vez de se precipitar sobre as coisas, parece apenas pairar. O sombreado, mesmo em Junho, é quase claro e nem sequer tem peso. As figuras construídas que se vêm são do tijolo escuro e do sentido matérico das coisas, da madeira pintada, do ferro ou pedra, e nunca da leveza da silhueta recortada ou do peso da sombra sobre o branco do Sul, sobre a certeza da luz caída. As qualidades do seu espaço urbano são reconhecidas desde o século XVII, “ a Idade de Ouro” , quando a nova e enriquecida classe média e a burguesia demonstravam o seu poder pela invenção de lugares vivíveis, onde o luxo era qualidade re uintada, erudição das letras e da pintura, e da construção de belas casas em pequenos edifícios urbanos. Sem a vaidade do Renascimento italiano e longe da soberba dos Franceses, nos Países Baixos, era um luxo discreto de uma riqueza mais partilhada que era usada para construir o espaço da cidade, entendida como um grande edifício, onde as praças eram salas, e as passeggiatas 2 eram dadas ao longo de corredores de casas com enormes janelas indiscretas. A indiscrição principiava com a abertura de grandes cortinas em veludos magenta que ofereciam o luxo e conforto de salas de exuberância tranquila ao espaço da rua. Esses espaços da casa eram o rosto, o brio dessas famílias: os mais belos retratos de pintores flamengos, as melhores mobílias e os melhores tecidos. Tudo por entre uma luz que pairava.
Descrição: Neves, Victor Manuel Canedo coord. (2004) - A luz. Lisboa : Universidade Lusíada, 2004.</description>
    <dc:date>2004-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>A cidade à luz de si própria : hipótese indutiva para uma inteligibilidade da experiência da híper-cidade</title>
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    <description>Título: A cidade à luz de si própria : hipótese indutiva para uma inteligibilidade da experiência da híper-cidade
Autor: Tavares, José Luís; Furtado, Gonçalo
Resumo: No rescaldo de um jantar de sábado à noite, com a mundialização e o cosmopolitanismo a fazer de pano de fundo, vimo-nos deparados com o desafio de escrever sob o tema luz. Começamos conversas sem sabermos em que direcção seguimos, pelas ramificações múltiplas da teoria contemporânea, mais em busca de consensos intersubjectivos do que qualquer pseudoobjectividade. Na linha de Richard Rorty, desvalorizamos a distinção clássica de aparência e realidade, substituindo-a “pela distinção entre os meios de descrição do mundo que achamos úteis para certos propósitos e os meios que achamos úteis para outros propósitos”. Sob o olhar da arquitectura, há uma inclinação natural, quase tendenciosa, às vezes a tocar o perverso, para remeter os temas, os assuntos, as decisões, para o espaço. Sem querermos, mas no entanto a fazê-lo, trouxemo-lo à baila: o espaço. Ora, e para fundamentar um pouco as coisas, é sabido que o espaço-tempo é o par de dimensões básicas para o suporte de qualquer acontecimento social, e que, portanto, o tempo se torna indispensável quando em causa está o espaço. Abordaremos a luz, como suporte espaço-tempo, mesmo que seja a luz na escuridão de Platão.
Descrição: Neves, Victor Manuel Canedo coord. (2004) - A luz. Lisboa : Universidade Lusíada, 2004.</description>
    <dc:date>2004-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Una arquitectura para la luz</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11067/4999</link>
    <description>Título: Una arquitectura para la luz
Autor: Ángel Domínguez, Luis
Resumo: Pocos procesos físicos de la naturaleza tienen tanta importancia en la arquitectura como el fenómeno de la luz, capaz de dotarde poética y misticismo a los diferentes estilos arquitectónicos que siempre han encontrado en la luz un elemento fundamental de soporte teórico para su definición, tanto si es por su ausencia como por su presencia. En el racionalismo el concepto de una luminosidad triunfante sobre las sombras de los antiguos tiempos del clasicismo, es un buen ejemplo. Pero desde una perspectiva puramente científica, la luz no es más que una energía electromagnética que al producir un determinado efecto sobre la retina del ser humano permite la creación mental de los colores. Podemos decir que el cerebro inventa la luz a partir de las diferentes longitudes de honda que impactan en la retina. Así este invento humano, imprescindible para su existencia, se ha convertido en las diferentes culturas en un elemento poético también fundamental.
Descrição: Neves, Victor Manuel Canedo coord. (2004) - A luz. Lisboa : Universidade Lusíada, 2004.</description>
    <dc:date>2004-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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