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    <title>Repositório Colecção:</title>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/11067/418">
    <title>Arquitectura no período gótico em Portugal : influência mendicante e da Ordem de Cister</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11067/418</link>
    <description>Título: Arquitectura no período gótico em Portugal : influência mendicante e da Ordem de Cister
Autor: Serro, Luís Manuel Lourenço, 1953-
Resumo: Procuramos neste artigo, de uma forma geral, realizar um estudo sobre o fenómeno do gótico em Portugal. A este propósito iremos ter em conta os três grandes períodos dentro dos quais se desenvolveu este estilo, as tipologias das suas construções e, por fim, a influência das arquitecturas cistercenses e mendicantes. Este estudo baseia-se, não numa descrição exaustiva das construções individualmente, mas antes no seu enquadramento na Idade Média com excepção dos casos paradigmáticos de Alcobaça e da Batalha, uma vez que se trataram de fenómenos estrangeiros. De uma forma geral, o gótico em Portugal é sóbrio, homogéneo e com uma coerência interna comum a todos os edifícios, o que lhe atribui um carácter único no nosso país. (Luís Serro)
Descrição: Revista arquitectura Lusíada. - ISSN 1647-9009. - N. 1 (2.º semestre 2010). - p. 187-205.</description>
    <dc:date>2010-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/11067/417">
    <title>As diferentes interpretações da arquitectura barroca em Portugal : notas para uma metodologia</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11067/417</link>
    <description>Título: As diferentes interpretações da arquitectura barroca em Portugal : notas para uma metodologia
Autor: Bonifácio, Horácio Manuel Pereira, 1951-
Resumo: A arquitectura barroca portuguesa apresenta uma especificidade em relação à congénere europeia. Assim uma metodologia de abordagem do barroco português terá que contemplar problemáticas diversas. Deste modo, deve considerar-se na realização arquitectónica específicas interpretações, desde a aplicação de sistemas decorativos, como a pintura, a escultura, a talha e o azulejo, no interior de edifícios existenres, ou mesmo em edifícios de raíz, a utilização de cenários arquitectónicos no exterior, particularmente nas fachadas principais, até uma expressão mais erudita, materializada em esquemas geométricos complexos e tensos, normalmente próximos das plantas centralizadas. (Horácio Bonifácio)
Descrição: Revista arquitectura Lusíada. - ISSN 1647-9009. - N. 1 (2.º semestre 2010). - p. 177-186.</description>
    <dc:date>2010-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/11067/415">
    <title>Tocar</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11067/415</link>
    <description>Título: Tocar
Autor: Silva, Paulo Brito da, 1963-
Resumo: Na meditação sobre a natureza do humano e do seu corpo, muitos autores salientaram a importância da mão, chegando alguns a considerar que o Homem é definido pela sua mão. Entre a separação cartesiana do corpo e do espírito e a consciência do Homem como totalidade, que é simultaneamente corpo e espírito, a mão surge como parte do corpo diferenciada por capacidades e atributos especiais na relação com os outros, com as coisas e com o espaço arquitectónico. A mão é uma parte do corpo naexperiência do habitar, que serve para sentir, para comunicar, e também para fazer. A mão que toca e sente é também a que desenha, a que constrói, a que escreve... e daí que a mão, talvez de modo poético, se tenha constituído num tema de diálogo sobre o corpo humano, centrado no tocar, característico do humano. As ferramentas e utensílios são um prolongamento do corpo humano e, em especial, da mão, ampliando as capacidades e sentidos do Homem, permitindo-lhe chegar mais longe e, tocando mais, ampliar o seu espaço. A ferramenta é feita ou resulta de um manusear mas, simultaneamente, foi também formando o Homem, qualificando-o e definindo-o. A memória da ferramenta e do fazer humano constituí-se numa parte importante do construir arquitectónico, participando na estruturação da linguagem em que este se concretiza. O surgimento de uma nova e potente ferramenta como os computadores veio - como qualquer ferramenta - potenciar as capacidades do humano e do seu espaço, abrindo mais possibilidades arquitectónicas e mudando o Homem. No entanto, em essência, não se altera a relação que se estabelece no corpo entre o espaço e o tempo. E a mão continua a ser a parte do corpo que mais age com esta máquina, que entra no lado de lá, ou, como agora se diz, interage, por exemplo, com os ecrãs interactivos e tácteis. (Paulo Brito da Silva)
Descrição: Revista arquitectura Lusíada. - ISSN 1647-9009. - N. 1 (2.º semestre 2010). - p. 165-175.</description>
    <dc:date>2010-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Da transmissão do saber operativo em arquitectura</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11067/414</link>
    <description>Título: Da transmissão do saber operativo em arquitectura
Autor: Braizinha, Joaquim, 1944-
Resumo: A Mimésis no processo conceptual da arquitectura. (Joaquuim Braizinha)
Descrição: Revista arquitectura Lusíada. - ISSN 1647-9009. - N. 1 (2.º semestre 2010). - p. 157-163.</description>
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