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    <title>Repositório Colecção:</title>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/11067/4361">
    <title>Editorial</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11067/4361</link>
    <description>Título: Editorial
Autor: Cardoso, Júlia, 1955-
Resumo: O ano de 2016 constituiu um ponto de celebração para o Serviço Social, particularmente para o Serviço Social em Portugal, essencialmente por dois motivos:&#xD;
- por um lado, os quatro anos de vigência da Agenda Global, definida em 2012 pela Federação Internacional dos Assistentes Sociais (IFSW , International Federation of Social Workers ), pela Associação Internacional Escolas de Serviço Social (IASSW, International Association of Schools of Social Work) e pelo Conselho Internacional do Bem Estar Social (ICSW – International Council on Social Welfare), da qual resultou um compromisso das três organizações, para, no período 2012-2016, empreenderem as suas ações e a sua intervenção com uma atenção especial na promoção da igualdade social e económica, da dignidade das pessoas, da sustentabilidade ambiental e do reforço do reconhecimento da importância das relações humanas para o alcance da justiça social e do desenvolvimento social; tal compromisso reflete o contributo das três organizações para a concretização dos Objetivos de Desenvolvimento do Milénio definidos pela ONU;&#xD;
- por outro, a comemoração dos 80 anos do Serviço Social em Portugal, formalmente considerado a partir da entrada em funcionamento do primeiro estabelecimento de ensino dedicado à formação para a intervenção nos problemas sociais: o Instituto de Serviço Social de Lisboa, criado em 1935/1936. Este foi, sem dúvida, o primeiro passo na institucionalização do Serviço Social como área de formação específica e, consequentemente, um importante passo para a profissionalização do exercício de funções no domínio da assistência social, abrindo-se, por esta via, a oportunidade para que, anos mais tarde, viesse a ser considerada, também, uma área do conhecimento.&#xD;
Sobre as duas efemérides recaiu o interesse e o foco do IV Congresso Internacional de Serviço Social, procurando-se identificar o que tem sido o contributo de escolas e profissionais no âmbito dos compromissos para a ação da Agenda Global e, também, assinalar o percurso do Serviço Social em Portugal, quer revisitando alguns marcos da sua história, quer refletindo sobre a situação atual ao nível da formação, das problemáticas sociais e da diversidade das formas de agir.&#xD;
Este número da Revista Intervenção Social dá, assim, conta destes dois temas que, embora distintos, não deixam de ter afinidades e pontos comuns. Por isso, a primeira parte inclui textos relacionados com a História do Serviço Social em Portugal, com contributos de investigadores nacionais – que participaram num dos Simpósios do Congresso – e, também, de investigadores internacionais por nós convidados, oriundos de países que iniciaram o Serviço Social no mesmo período e com os quais o Serviço Social Português tem muitos aspetos em comum: o Brasil e a Argentina.&#xD;
A segunda parte da Intervenção Social é dedicada às comunicações apresentadas no IV Congresso – aquelas que nos foram disponibilizadas pelos autores em formato de artigo, a quem muito agradecemos. A qualidade do Congresso e dos debates suscitados pelas diversas comunicações não podem ser avaliados pela quantidade de artigos que aqui publicamos, mas estes representam, sem dúvida, um indicador da qualidade das análises e reflexões de investigadores e profissionais, das boas práticas e do caráter inovador das intervenções nos problemas sociais atuais.
Descrição: Intervenção social. - ISSN 0874-1611. - N. 47-48 (2016). - p. 7-10</description>
    <dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/11067/4307">
    <title>Os desafios da ação social complementar das Forças Armadas na promoção da dignidade da família militar</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11067/4307</link>
    <description>Título: Os desafios da ação social complementar das Forças Armadas na promoção da dignidade da família militar
Autor: Carvalho, Margarida Maria de Almeida
Resumo: O presente artigo apresenta dados de um estudo desenvolvido no âmbito da dissertação apresentada à Universidade Católica Portuguesa para obtenção do grau de mestre em Serviço Social: Acompanhamento Social e Inserção intitulada «Dos Serviços Sociais das Forças Armadas ao Instituto de Ação Social das Forças Armadas, I.P.: transformações e desafios». A especificidade da condição militar, tal como a dignidade exigida pela função militar a quem serve as Forças Armadas, impõe particularidades no apoio social prestado e na assistência à doença. A concretização da missão de apoio à família militar é da competência do Instituto de Ação Social das Forças Armadas, I.P. (IASFA, I.P.). O IASFA, I.P., sucedeu aos Serviços Sociais das Forças Armadas (SSFA), criados em 1958, com uma preocupação de ordem social de proteção da família militar, pretendendo garantir aos militares e às suas famílias um sistema de assistência e protecção. A atividade do IASFA desenvolve-se num espírito de solidariedade e de respeito à pessoa humana e à sua dignidade apresentando duas grandes vertentes: (i) garantir e promover a ação social complementar (ASC) dos seus beneficiários; e (ii) gerir o sistema de assistência na doença aos militares das Forças Armadas (ADM). &#xD;
A singularidade da ASC das Forças Armadas, no atual panorama de alteração económica e social do país, renova os desafios que lhe são colocados. De modo a ultrapassá-lo será necessária uma reestruturação da intervenção do IASFA, I.P., de modo a garantir a continuidade da eficácia e da eficiência das atividades e o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família militar e dos seus direitos. Neste artigo apresenta-se inicialmente a ASC do IASFA, I.P, num cenário de transformações sociais e económicas no quadro nacional, procurando a sua adequação à evolução do perfil social da família militar; para, num segundo momento, se identificar quais os desafios que se colocam à sua atuação e definir linhas de orientação para a alteração do funcionamento atual, tendo sempre subjacente o princípio da dignidade da pessoa humana.
Descrição: Intervenção social. - ISSN 0874-1611. - N. 47-48 (1.º e 2.º semestre de 2016). - p.  293-304</description>
    <dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/11067/4306">
    <title>A sexualidade das pessoas idosas vista pelas próprias</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11067/4306</link>
    <description>Título: A sexualidade das pessoas idosas vista pelas próprias
Autor: Vilar, Duarte, 1954-
Resumo: O aumento da esperança média de vida trouxe um novo fenómeno - envelhecimento, acarretando um conjunto de alterações na sociedade. A sexualidade é parte integrante dos seres humanos, contribui para o bem-estar físico e emocional. O presente estudo qualitativo de natureza exploratória é parte de um projeto mais vasto sobre envelhecimento e sexualidade, com incidência nas pessoas idosas com idades compreendidas entre os 65 e 80 anos. Neste artigo abordam-se as representações das idosas sobre o amor e a sexualidade nelas próprias. A sexualidade nas pessoas idosas está envolta em mitos e ideias pré concebidas que cada vez mais têm alterado com a evolução da sociedade. Estas alterações contribuem para o bem-estar da pessoa idosa pois possibilitam mais liberdade às pessoas idosas para expressar os seus sentimentos e desejos. O estudo permitiu evidenciar a existência de representações e pensamentos positivos em relação à vida amorosa e sexual, por outro lado, identificaram-se fatores que podem influenciar, de forma negativa estas representações.
Descrição: Intervenção social. - ISSN 0874-1611. - N. 47-48 (1.º e 2.º semestre de 2016). - p. 275-291</description>
    <dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/11067/4305">
    <title>Envelhecimento em meio rural : estudo das redes sociais de suporte dos idosos a usufruir de serviço de apoio domiciliário, no centro social e polivalente de EGA</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11067/4305</link>
    <description>Título: Envelhecimento em meio rural : estudo das redes sociais de suporte dos idosos a usufruir de serviço de apoio domiciliário, no centro social e polivalente de EGA
Autor: Fonseca, Marta Carolina
Resumo: O presente estudo tem por objetivo principal caracterizar, analisar e avaliar as redes de suporte social dos utentes a usufruir dos SAD do CSP Ega, tendo como população-alvo 35 utentes da referida resposta social, tendo uma sido selecionada uma amostra de 16, com base em critérios como a representatividade das localidades da freguesia, do género e do estado civil dos utentes. A metodologia utilizada foi a entrevista semiestruturada em regime presencial, no domicílio dos utentes. Estas foram analisadas de forma qualitativa, tendo por base a bibliografia estudada no enquadramento teórico, onde se apresentam conceitos como o de envelhecimento, Família, Redes de Suporte Social (e a este subjacentes), entre outros. Para tal, recorreu-se a autores como Ribeirinho (2005), Sluzki (citado por Guadalupe (2000)), Araújo (2010), entre outros. Assim, avaliaram-se os resultados numa perspetiva global, concluindo-se que estes idosos têm, na sua generalidade redes de suporte social pequenas em tamanho e bastante coesas (no que diz respeito à sua densidade), verificando-se alguns casos de dispersão geográfica e de heterogeneidade entre os elementos, bem como uma grande força das relações familiares. Por último, conclui-se que se por um lado a coesão destas redes mostra os efeitos do meio rural no suporte dos mais frágeis, pode considerar-se que a heterogeneidade de valores, normas e crenças podem ser ponderadas como um exemplo dos efeitos da globalização, mesmo nos meios mais pequenos, aproximando os ambientes rurais dos urbanos, e criando por vezes conflitos com as gerações mais antigas, menos predispostas a estas perspetivas.
Descrição: Intervenção social. - ISSN 0874-1611. - N. 47-48 (1.º e 2.º semestre de 2016). - p. 261-274</description>
    <dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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