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    <title>Repositório Colecção:</title>
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    <title>O contacto no acolhimento familiar de crianças e jovens : uma avaliação atual</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11067/3551</link>
    <description>Título: O contacto no acolhimento familiar de crianças e jovens : uma avaliação atual
Autor: Neto, Ana Maria Bertão da Silva; Delgado, João Paulo Ferreira; Carvalho, João Manuel da Silva, 1959-; Pinto, Vânia S.
Resumo: No campo das múltiplas interações que ocorrem no acolhimento familiar, destaca-se a relação entre a criança acolhida e a família biológica, pelo impacto que tem no desenvolvimento da criança. Esta relação gera um conjunto de ligações que pode proporcionar ou dificultar à criança a possibilidade de partilhar valores, experiências e conselhos entre aqueles dois mundos. A manutenção das relações pessoais entre os pais e a criança acolhida é um direito de ambos, exceto se contrariar o interesse superior da criança, já que o corte abrupto das relações estabelecidas interfere na organização dos vínculos futuros. O presente artigo resulta da investigação em curso, no distrito do Porto, intitulado «Contacto no acolhimento familiar: padrões, resultados e modelos de gestão», no âmbito de atuação do InEd, o Centro de Investigação e Inovação em Educação da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico do Porto. Este estudo tem como objetivo analisar os resultados do contacto entre a criança em acolhimento familiar e a sua família de origem, bem como as causas da sua inexistência ou cessação. Os resultados preliminares evidenciam que a maioria das crianças e jovens têm contacto com a sua família de origem, ocorrendo em quase 50% dos casos na casa da família de acolhimento, mas nem sempre com a regularidade desejada. Apesar do impacto do contacto na criança ou jovem ser muito diversificado, a maioria manifesta reações emocionais e comportamentais positivas. Por fim, apresentam-se implicações para a prática dos técnicos envolvidos neste fenómeno.
Descrição: Revista de Psicologia da Criança e do Adolescente. - ISSN 1647-4120. - V. 6, n. 1 (2015). - p. 193-209.</description>
    <dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/11067/3550">
    <title>Representações de crianças expostas à violência interparental através de provas projetivas</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11067/3550</link>
    <description>Título: Representações de crianças expostas à violência interparental através de provas projetivas
Autor: Mendes, Tânia da Costa; Sani, Ana Isabel Martins, 1973-
Resumo: Este trabalho apresenta dados de um estudo realizado com crianças acolhidas numa casa de abrigo para vítimas de violência doméstica, situado na região Norte do país. A investigação de cariz qualitativo, exploratório e descritivo teve como objetivo chegar ao mundo interno da criança exposta à violência interparental através do uso de duas técnicas projetivas. Neste estudo participaram nove crianças com idades compreendidas entre os 8 e os 15 anos, as quais tinham em comum a experiência de exposição a situações de risco por violência interparental. Para a recolha de perceções foram usadas duas técnicas projetivas, primeiramente uma placa do Roberts Apperception Test for Children (RATC) designado pelo autor de “conflito parental” (cartão 12) e, posteriormente, uma História de “Conflito à Hora de Jantar” baseada no MacArthur Story Stem Battery. Os dados recolhidos foram transcritos para análise de conteúdo categorial. Os resultados demonstram que, de um modo geral, as crianças descreveram episódios de violência física e emocional, discórdia parental e não fazem referência a momentos de união e simpatia. No domínio emocional, as crianças apresentaram uma tonalidade negativa quanto às emoções e aos sentimentos. A nível cognitivo, as crianças revelam pensamentos sobre o comportamento do pai relacionado com a integridade física da mãe. Assim, é importante identificar e modificar tais representações erróneas sobre o ambiente familiar, implementando e desenhando programas de intervenção parentais, com o objetivo de diminuir a vulnerabilidade da criança a futuros problemas a nível emocional, afetivo e social.
Descrição: Revista de Psicologia da Criança e do Adolescente. - ISSN 1647-4120. - V. 6, n. 1 (2015). - p. 171-192.</description>
    <dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>A participação da criança na justiça : estudo com crianças expostas à violência doméstica</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11067/3549</link>
    <description>Título: A participação da criança na justiça : estudo com crianças expostas à violência doméstica
Autor: Gonçalves, Maria João; Sani, Ana Isabel Martins, 1973-
Resumo: As crianças expostas à violência doméstica são vítimas e testemunhas, por vezes únicas, de um fenómeno que constitui uma séria ameaça para o seu desenvolvimento adaptativo. Logo, é importante protegê-las, sem lhes negar o direito de participação num assunto central nas suas vidas e sobre o qual têm direito a ser ouvidas.&#xD;
Este estudo qualitativo pretendeu conhecer as representações e os procedimentos de doze profissionais com experiência na área da infância e juventude, quanto à efetivação do direito de participação na justiça de crianças que experienciam a violência doméstica entre os seus progenitores. Os dados recolhidos através de entrevistas individuais foram gravados e transcritos na íntegra para a análise de conteúdo categorial.&#xD;
Os resultados apontam no sentido de uma maior sensibilidade para uma atuação pautada pela consideração dos direitos das crianças, não obstante, na maioria das circunstâncias, a opção seja pela não audição da criança. A audição ou não da criança depende muito do órgão onde a queixa é apresentada, mas também da não-aceitação dos próprios progenitores ou cuidadores em chamá-las para o processo. Os constrangimentos à audição da criança prendem-se ainda com alguma descrença associada ao testemunho que possam prestar, a eventual desadequação dos espaços, a forma como as declarações podem ser colhidas, além do receio em ocasionar uma vitimação secundária.&#xD;
Concluímos pela necessária efetivação do direito de participação a criança na Justiça, algo que lhe está consagrado pela convenção dos direitos da criança, apontando algumas sugestões para uma ação mais consentânea com o superior interesse da criança.
Descrição: Revista de Psicologia da Criança e do Adolescente. - ISSN 1647-4120. - V. 6, n. 1 (2015). - p. 157-169.</description>
    <dc:date>2015-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/11067/3548">
    <title>A comunicação familiar e o desenvolvimento da memória autobiográfica de pré-adolescentes</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11067/3548</link>
    <description>Título: A comunicação familiar e o desenvolvimento da memória autobiográfica de pré-adolescentes
Autor: Macedo, Lídia Suzana Rocha de; Sperb, Tania Mara
Resumo: Este estudo investiga a influência do hábito familiar de conversar sobre experiências pessoais no desenvolvimento da memória autobiográfica em 25 pré-adolescentes (11-13 anos). Pais e pré-adolescentes responderam um questionário sobre comunicação familiar, concebido para a pesquisa. Conforme as informações obtidas nesses questionários formaram-se dois grupos: um grupo de pré-adolescentes (n = 18) com o hábito familiar de conversar sobre experiências pessoais e outro grupo de pré-adolescentes (n = 7) que não tinha esse hábito. Foram coletadas individualmente narrativas autobiográficas dos pré-adolescentes. As narrativas autobiográficas dos dois grupos foram comparadas em relação aos níveis de especificidade da memória autobiográfica: períodos de vida, eventos gerais e eventos de um dia. Os resultados mostraram que o grupo com o hábito familiar de conversação, em comparação com o grupo sem este hábito, selecionou experiências mais self-relevantes, utilizou uma percentagem maior de recordações de eventos gerais e buscou encaixar as narrativas dos eventos mais significativos em contextos mais amplos. Estes resultados corroboram resultados de pesquisas anteriores que destacam o papel do hábito familiar de conversar sobre experiências pessoais durante os anos pré-escolares no desenvolvimento da memória autobiográfica. O grupo de pré-adolescentes que têm esse hábito usou com maior frequência níveis de especificidade da memória que exigem mais reflexão para contextualizar a experiência em relação a si mesmos e à totalidade de suas experiências.
Descrição: Revista de Psicologia da Criança e do Adolescente. - ISSN 1647-4120. - V. 6, n. 1 (2015). - p. 139-156.</description>
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