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    <title>Repositório Colecção:</title>
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    <title>Nota de abertura e política editorial</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11067/5403</link>
    <description>Título: Nota de abertura e política editorial
Autor: Pavia, José Francisco Lynce Zagallo, 1967-
Descrição: Lusíada. Política internacional e segurança. - ISSN 1647-1342. - S. 1, n. 11 (2014). - p. 7</description>
    <dc:date>2014-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/11067/2502">
    <title>Subversão : plantando a semente da discórdia na era digital</title>
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    <description>Título: Subversão : plantando a semente da discórdia na era digital
Autor: Ferreira, André Barbicas
Resumo: A concepção clássica de subversão tem enfrentado constantes mudanças ao longo dos tempos, tendo alterado o seu modo de agir e o alvos preferenciais.&#xD;
Passou-se de um combate em campo aberto para uma nova realidade de confronto digital no ciberespaço onde as armas convencionais são subsequentemente substituídas por teclados, códigos-fonte, vírus e "Trojan horses". O modo de fazer e de pensar a Guerra foi alvo de um "update" que veio alargar ainda mais o fosso da assimetria bélica entre Potências.
Descrição: Lusíada. Política internacional e segurança. - ISSN 1647-1342. - S. 1, n. 11 (2014). - p. 123-135</description>
    <dc:date>2014-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/11067/2501">
    <title>África : democracia e desenvolvimento económico-social</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11067/2501</link>
    <description>Título: África : democracia e desenvolvimento económico-social
Autor: Carvalho, António Manuel Luvualu de, 1983-
Resumo: O que é que os cidadãos do mundo e de África, em particular, esperam de África, o continente berço da humanidade? Esta questão é profundamente transversal quando analisamos os preceitos básicos da organização das sociedades africanas para podermos projectar o que esperar de um continente relativamente "novo" em termos de vivências e também em termos da aplicação da democracia.&#xD;
O continente africano, tal como os outros continentes sempre existiram façamos nós todos os enquadramentos que quisermos tanto em termo das teorias geológicas ou até mesmo antropológicas. Contudo, a era dos descobrimentos marcada pelas viagens dos europeus um pouco por todo mundo, entre os séculos XV e XVII, colocou África no "centro" do mundo com incursões diversas neste continente até hoje ainda considerado como "virgem". De lá até aos nossos dias, várias épocas marcaram a vida destas populações, muitas delas com civilizações anteriores à chegada dos europeus ou de outros povos. Para nós do universo lusófono, a história com África atinge os seus pontos mais altos com os primeiros grandes contactos, quer de Diogo Cão com o Reino do Congo em 1482 e, em 1488, quando Bartolomeu Dias dobrou o Cabo da Boa Esperança na África do Sul.&#xD;
Deste ponto em diante, as relações entre os povos africanos e europeus não mais voltaram a ser as mesmas. A Conferência de Berlin, realizada entre 19 de Novembro de 1884 e 26 de Fevereiro de 1885, proposta por Portugal e organizada pelo Chanceler alemão Otto Von Bismark, onde participaram Grã-Bretanha, França, Espanha, Itália, Bélgica, Holanda, Dinamarca, Estados Unidos, Suécia, Áustria-Hungria, Império Otomano e Portugal com o objectivo de se ditarem as "regras" da ocupação de África acabou por se tornar no evento mais referenciado como a base da "partilha de África", apesar de não ter sido este o seu objectivo principal.&#xD;
O Império Alemão, país anfitrião, não possuía colónias em África, mas tinha esse desejo e viu-o satisfeito, passando a administrar o "Sudoeste Africano" (actual Namíbia) e o Tanganhica; os Estados Unidos possuíam uma colónia em África, a Libéria, só que muito tarde, mas eram uma potência em ascensão e tinham passado recentemente por uma guerra civil (1861-1865), relacionada com a abolição da escravatura naquele país; a Grã-Bretanha tinha-a abolido no seu império em 1834; a Turquia também não possuía colónias em África, mas era o centro do Império Otomano, com interesses no norte de África e os restantes países europeus que não foram "contemplados" na partilha de África, também eram potências comerciais ou industriais, com interesses indirectos naquele continente pode-se ler em muitas bibliografias disponíveis em várias enciclopédias.
Descrição: Lusíada. Política internacional e segurança. - ISSN 1647-1342. - S. 1, n. 11 (2014). - p. 111-122</description>
    <dc:date>2014-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Sino-Japanese relations seen through the eyes of their youth : moving towards reconciliation?</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11067/2500</link>
    <description>Título: Sino-Japanese relations seen through the eyes of their youth : moving towards reconciliation?
Autor: Castillo Iglesias, Just; Xiao, Hang
Resumo: Today’s Sino-Japanese relations continue to be dominated by territorial disputes and a range of grievances related to Japan’s colonial past. Despite there is no open conflict between China and Japan, the two countries maintain normal diplomatic relations and have strong economic interdependence, almost 70 years after the end of the war, reconciliation has not been achieved. Socio-emotional barriers and trust issues still hinder the relations between the two communities. This article seeks to bring in a better understanding of how the young generations in the two countries perceive their counterparts’ nation and of the challenges that they will face towards achieving reconciliation. By presenting the results of a series of questionnaires circulated among university students in Japan and China, this article discusses the understanding that young students have of the other country, of history issues and of the ongoing territorial disputes, and it discusses which are the key factors in shaping their perceptions.
Descrição: Lusíada. Política internacional e segurança. - ISSN 1647-1342. - S. 1, n. 11 (2014). - p. 87-108</description>
    <dc:date>2014-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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