<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rdf:RDF xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns="http://purl.org/rss/1.0/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <channel rdf:about="http://hdl.handle.net/11067/15">
    <title>Repositório Colecção:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11067/15</link>
    <description />
    <items>
      <rdf:Seq>
        <rdf:li rdf:resource="http://hdl.handle.net/11067/8879" />
        <rdf:li rdf:resource="http://hdl.handle.net/11067/8878" />
        <rdf:li rdf:resource="http://hdl.handle.net/11067/8877" />
        <rdf:li rdf:resource="http://hdl.handle.net/11067/8766" />
      </rdf:Seq>
    </items>
    <dc:date>2026-10-29T23:04:22Z</dc:date>
  </channel>
  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/11067/8879">
    <title>O ensino da Arquitetura no ensino básico e secundário: introdução ao fomento do pensamento arquitetónico</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11067/8879</link>
    <description>Título: O ensino da Arquitetura no ensino básico e secundário: introdução ao fomento do pensamento arquitetónico
Autor: Santos, João Miguel Mata dos, 1977-
Resumo: A presente dissertação parte da constatação de que, apesar de a arquitetura constituir uma dimensão estrutural da vida quotidiana, o seu ensino formal no percurso escolar em Portugal permanece praticamente ausente. Defende-se que o pensamento arquitetónico, enquanto forma de compreender, interpretar e transformar o espaço, pode e deve ser introduzido antes do ensino universitário, como parte integrante de uma educação geral mais consciente e crítica.&#xD;
Tal como um atleta de alta competição necessita de um longo percurso de preparação iniciado desde cedo, a formação do pensamento arquitetónico exige tempo, continuidade e maturação. Não se trata de antecipar a especialização, mas de desenvolver gradualmente capacidades essenciais — observação, perceção espacial, experimentação e reflexão — que se consolidam com o tempo e encontram na universidade um momento de aprofundamento.&#xD;
A investigação realizada demonstra que o contacto precoce com práticas de desenho, construção de modelos, análise do espaço e do território contribui significativamente para o desenvolvimento de competências cognitivas, criativas e críticas. Abordagens pedagógicas baseadas na experimentação e na participação ativa promovem maior envolvimento, autonomia intelectual e capacidade reflexiva.&#xD;
Deste modo, o ensino da arquitetura no ensino básico e secundário não deve ser entendido como uma preparação profissional antecipada, mas como um processo formativo contínuo, que acompanha o crescimento intelectual e sensível dos alunos. Tal como no desporto de alto rendimento, o ensino superior representa a etapa de consolidação e especialização de um percurso iniciado muito antes. Antecipar o ensino do pensamento arquitetónico é, assim, uma forma de enriquecer o sistema educativo, formando cidadãos mais atentos, críticos e conscientes do espaço que habitam e do mundo que constroem.; This dissertation is based on the observation that, although architecture constitutes a structural dimension of everyday life, its formal teaching within the Portuguese school system remains virtually absent. It argues that architectural thinking, as a way of understanding, interpreting and transforming space, can and should be introduced before university education, as an integral part of a more conscious and critical general education.&#xD;
Just as a high-performance athlete requires a long period of preparation beginning at an early age, the development of architectural thinking demands time, continuity, and maturation. This is not about anticipating specialization, but about gradually developing essential capacities — observation, spatial perception, experimentation, and reflection — which consolidate over time and find in university education a moment of deepening.&#xD;
The research carried out demonstrates that early contact with drawing practices, model building, and analysis of space and territory contributes significantly to the development of cognitive, creative, and critical skills. Pedagogical approaches based on experimentation and active participation promote greater involvement, intellectual autonomy, and reflective capacity.&#xD;
In this way, the teaching of architecture in primary and secondary education should not be understood as premature professional training, but rather as a continuous formative process that accompanies students’ intellectual and sensorial growth. As in high-performance sport, higher education represents the stage of consolidation and specialization of a path begun much earlier. Introducing architectural thinking at an earlier stage is therefore a way of enriching the educational system, forming citizens who are more attentive, critical, and aware of the space they inhabit and the world they build.
Descrição: Dissertação de mestrado integrado em Arquitectura, Universidade Lusíada de Lisboa, 2026; Exame público realizado em 27 de julho de 2026</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/11067/8878">
    <title>Um estudo de mercados em Portugal: propostas de urbanidade</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11067/8878</link>
    <description>Título: Um estudo de mercados em Portugal: propostas de urbanidade
Autor: Guedes, Ana Margarida Blanco, 2001-
Resumo: Esta dissertação investiga a urbanidade produzida pelos mercados públicos, analisando de que modo a arquitetura contribui para a vitalidade destes espaços enquanto espaços de encontro, identidade e pertença. Partindo de um enquadramento teórico e histórico, propõe-se uma metodologia de leitura territorial inspirada no Inquérito à Arquitectura Regional Portuguesa e constrói-se um Atlas cartográfico dos mercados em Portugal, permitindo identificar tendências tipológicas, processos de reabilitação e dinâmicas de declínio ou reativação. A componente analítica centra-se em três casos de estudo – o Mercado Municipal de Santa Maria da Feira, o Mercado do Carandá e o Mercado Municipal de Abrantes - que evidenciam estratégias distintas de relação com o espaço público, organização programática e integração urbana. Complementarmente, a reflexão projetual sobre a Praça da Figueira, em Lisboa, reforça a hipótese do mercado como gesto urbano capaz de devolver centralidade e permanência ao espaço público. Conclui-se que valorizar os mercados implica articular qualidade arquitetónica, condições dignas de funcionamento e responsabilidade institucional, reconhecendo-os como património urbano e catalisadores de vida urbana contemporânea.; This dissertation investigates the urbanity generated by public markets, examining how architecture sustains their vitality as places of encounter, identity, and belonging. Building on a theoretical and historical framework, it proposes a territorial reading methodology inspired by the Survey of Portuguese Regional Architecture (Inquérito à Arquitectura Regional Portuguesa) and develops a cartographic Atlas of markets in Portugal to identify typological patterns, processes of rehabilitation, and dynamics of decline or reactivation. The analytical component focuses on three case studies – the Municipal Market of Santa Maria da Feira, the Carandá Market, and the Municipal Market of Abrantes – highlighting distinct strategies of engagement with public space, programmatic organization, and urban integration. In parallel, a design reflection on Praça da Figueira in Lisbon reinforces the hypothesis of the market as an urban gesture capable of restoring centrality and supporting permanence in public space. The dissertation concludes that valuing markets requires the articulation of architectural quality, dignified operating conditions, and institutional responsibility, recognizing markets as urban heritage and catalysts of contemporary urban life.
Descrição: Dissertação de mestrado integrado em Arquitectura, Universidade Lusíada de Lisboa, 2026; Exame público realizado em 27 de julho de 2026</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/11067/8877">
    <title>Limite, vivência e espaço : Lisboa e os seus largos</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11067/8877</link>
    <description>Título: Limite, vivência e espaço : Lisboa e os seus largos
Autor: Heleno, Ana Sofia Vieira, 1989-
Resumo: O Espaço Público, em particular os Largos de Lisboa, constitui o foco desta dissertação, que procura compreender o seu papel na Vivência urbana e na construção da identidade da cidade. Partindo da cidade enquanto sistema complexo, são explorados os conceitos de Limite, Vivência e Espaço, estudando o modo como se interligam na experiência urbana. A reflexão incide sobre o papel dos limites na organização e leitura da cidade, bem como sobre o modo como o Espaço Público é apropriado e vivido pelos seus utilizadores. Através de três casos de estudo, desenvolve-se uma leitura que permite compreender de que modo as características espaciais influenciam a Vivência do espaço. A partir desta leitura, destaca-se a importância da qualificação, manutenção e adaptação do Espaço Público, reconhecendo o seu papel fundamental enquanto suporte da vida urbana e na construção de cidades mais inclusivas e sustentáveis.; Public Space, particularly the Squares of Lisbon, is the focus of this dissertation, which seeks to understand its role in Urban Experience and in the construction of the city’s identity. Considering the city as a complex system, the concepts of Limit, Experience and Space are explored, examining how they interrelate within the Urban Experience. The reflection addresses the role of Limits in the organisation and reading of the city, as well as the ways in which Public Space is appropriated and experienced by its users. Through three case studies, a reading is developed that allows an understanding of how spatial characteristics influence the Experience of Space. From this perspective, the importance of the enhancement, maintenance and adaptation of Public Space is highlighted, recognising its fundamental role as a support for urban life and in shaping more inclusive and sustainable cities.
Descrição: Dissertação de mestrado integrado em Arquitectura, Universidade Lusíada de Lisboa, 2026; Exame público realizado em 27 de julho de 2026</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
  <item rdf:about="http://hdl.handle.net/11067/8766">
    <title>A cor como elemento modelador e caracterizador do espaço construído: caso de estações de Metropolitano de Lisboa</title>
    <link>http://hdl.handle.net/11067/8766</link>
    <description>Título: A cor como elemento modelador e caracterizador do espaço construído: caso de estações de Metropolitano de Lisboa
Autor: Preto, Diogo Ferreira da Silva de Matos, 1983-
Resumo: A cor como elemento modelador e caracterizador do espaço construído: Esta dissertação, realizada no âmbito do Mestrado Integrado em Arquitetura, constitui-se em estudar o contributo da cor para qualificar a experiencia do utilizador num espaço público. Esta é entendida como um elemento modelador do espaço público, com enfoque nas estações do Metropolitano de Lisboa. Assim, o presente estudo procurar compreender a influência de três elementos – a cor, a luz e a materialidade – para a definição de ambientes, para a orientação de espaços, para a segurança e para o conforto dos utentes, para a edificação da identidade cultural e simbólica do espaço público.&#xD;
A cor é um fenómeno multidimensional, físico, psicológico e social. As interações entre a luz, a matéria e a perceção visual dizem respeito ao plano físico; as emoções e os comportamentos dos indivíduos, que podem despertar tranquilidade, tensão, conforto ou desconforto (Branco, 2022) relacionam-se com o plano psicológico; por sua vez, no plano social e cultural, a cor é a expressão de memórias urbanas, de identidades coletivas e de valores partilhados (Jaglarz, 2023).&#xD;
Neste contexto, o estudo aqui desenvolvido assenta em três eixos basilares – a cor, o espaço e o utilizador. A articulação entre estes três eixos permite a compreensão da cor como um elemento orientador ou estético, comunicando e estruturando a experiência do espaço público. Gomes &amp; Gamito (2022) consideram que a relação entre a cor e a luz é indissociável, sendo que a perceção cromática depende da iluminação (natural ou artificial), da sua incidência e da sua manipulação.&#xD;
Quanto à metodologia adotada, esta dissertação combina, para além de uma pertinente revisão bibliográfica, o levantamento cromático in loco e a aplicação de inquéritos a utilizadores do metro, em quatro estações específicas – Campo Pequeno, Restauradores, Olaias e Gare do Oriente. Em primeiro lugar, estas estações constituem exemplos paradigmáticos de diferentes fases de expansão e linguagens visuais do metro, permitindo uma leitura comparativa entre distintas conceções do espaço público.&#xD;
A escolha responde, assim, à necessidade metodológica de compreender como a cor foi pensada e aplicada em diferentes períodos e contextos arquitetónicos, refletindo evoluções tanto estéticas como simbólicas e funcionais.&#xD;
A estação do Campo Pequeno representa uma fase de consolidação do metro e uma abordagem cromática mais contida e funcional, onde prevalece a sobriedade dos materiais e a neutralidade tonal. A sua inclusão permite observar a perceção da cor em ambientes mais discretos e quotidianos, bem como o impacto da ausência cromática na experiência do utilizador.&#xD;
A estação dos Restauradores, uma das estações históricas do eixo central da cidade, constitui um exemplo de requalificação em que a introdução de painéis artísticos e contrastes cromáticos visa revitalizar um espaço originalmente marcado pela austeridade visual.&#xD;
A estação das Olaias destaca-se pela sua forte expressividade plástica e cromática, concebida por Tomás Taveira para a exposição mundial de 1998. É uma estação emblemática pela sua experimentação formal e explosão de cor, tornando-se um caso de estudo essencial para compreender o impacto sensorial e emocional do cromatismo intenso no espaço público subterrâneo.&#xD;
A estação da Gare do Oriente, projetada por Santiago Calatrava, representa a síntese entre luz natural, estrutura e cor, integrando-se num vasto complexo multimodal que combina arte, engenharia e transparência. A escolha desta estação visa ilustrar uma abordagem contemporânea e harmoniosa da cor, onde esta é parte de uma atmosfera arquitetónica coerente.&#xD;
A diversidade destas quatro estações permite, portanto, abranger diferentes escalas de intervenção, intenções cromáticas e experiências sensoriais, constituindo uma amostra metodologicamente equilibrada. Esta seleção assegura um quadro comparativo representativo do modo como a cor atua como elemento de mediação entre espaço, utilizador e identidade urbana, possibilitando uma análise simultaneamente empírica e fenomenológica.&#xD;
A análise dos dados recolhidos com a aplicação dos inquéritos confirmou a relevância da cor para o bem-estar individual e para o sentido de pertença oferecido pelo espaço.&#xD;
Efetivamente, a cor, aplicada conscientemente, beneficia a funcionalidade e a legibilidade do espaço, promove a inclusão e reforça a identidade do lugar, adquirindo o estatuto de ferramenta fundamental da arquitetura e do urbanismo.; This dissertation, developed within the Integrated Master’s in Architecture, presents an analytical study of colour as a space-shaping element in urban architecture, with a specific focus on the Lisbon Metro stations. The research aims to understand the influence of three fundamental components — colour, light, and materiality — in defining atmospheres, guiding spatial perception, enhancing user safety and comfort, and contributing to the cultural and symbolic identity of urban space.&#xD;
Colour is a multidimensional phenomenon — physical, psychological, and social. The interaction between light, matter, and visual perception pertains to its physical dimension; emotions and behaviours that may evoke tranquillity, tension, comfort, or discomfort (Branco, 2022) reflect its psychological dimension; while socially and culturally, colour expresses urban memories, collective identities, and shared values (Jaglarz, 2023).&#xD;
This study is structured around three essential axes: colour, space, and the user. The interplay between these axes enables the understanding of colour as both an orienting and an aesthetic element, structuring and communicating the experience of public space.&#xD;
According to Gomes &amp; Gamito (2022), the relationship between colour and light is inseparable, since chromatic perception depends on lighting - natural or artificial – as well as its incidence and manipulation.&#xD;
Methodologically, this dissertation combines an extensive literature review with on-site chromatic surveys and questionnaires conducted with metro users in four selected stations: Campo Pequeno, Restauradores, Olaias and Gare do Oriente. These stations represent paradigmatic examples of distinct phases of expansion and visual identities within the metro network, allowing a comparative reading of different approaches to underground space. Their selection responds to the methodological need to observe how colour has been conceived and applied in diverse architectural contexts, reflecting both functional and aesthetic evolution.&#xD;
Campo Pequeno illustrates a period of consolidation of the metro, adopting a more restrained and functional chromatic strategy, where material sobriety and tonal neutrality prevail. Restauradores, a historic station in the city centre, reveals how artistic interventions and chromatic contrast can revitalise spaces formerly characterised by visual austerity. Olaias stands out for its daring chromatic expressiveness, designed by Tomás Taveira for Expo 1998, and exemplifies the emotional and sensory impact of intense colour in the underground environment. Gare do Oriente, by Santiago Calatrava, synthesises natural light, structure, and colour, integrating architecture and engineering to create a coherent and contemporary spatial atmosphere.&#xD;
The diversity of these stations enables the analysis of different scales of intervention, chromatic intentions and sensory experiences, constituting a balanced and representative methodological sample. The results of the questionnaires confirm the relevance of colour to the users’ well-being and to the sense of belonging provided by the space.&#xD;
Ultimately, consciously applied colour enhances spatial legibility and functionality, promotes inclusion, and reinforces urban identity, affirming itself as a fundamental tool in architecture and urban design.
Descrição: Dissertação de mestrado integrado em Arquitectura, Universidade Lusíada de Lisboa, 2026; Exame público realizado em 27 de abril de 2026</description>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </item>
</rdf:RDF>

