<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
  <title>Repositório Colecção:</title>
  <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/11067/8386" />
  <subtitle />
  <id>http://hdl.handle.net/11067/8386</id>
  <updated>2026-10-29T23:02:29Z</updated>
  <dc:date>2026-10-29T23:02:29Z</dc:date>
  <entry>
    <title>Eleições presidenciais na Irlanda (24 de Outubro de 2025)</title>
    <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/11067/8544" />
    <author>
      <name>Santos, Luís Rosa dos</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/11067/8544</id>
    <updated>2026-03-17T09:20:08Z</updated>
    <published>2026-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Eleições presidenciais na Irlanda (24 de Outubro de 2025)
Autor: Santos, Luís Rosa dos
Descrição: Polis. S. 2, n. 12 (2025). ISSN 0872-8208.</summary>
    <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Eleições Legislativas nos Países Baixos (29 de Outubro de 2025)</title>
    <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/11067/8494" />
    <author>
      <name>Galito, Maria Miguel de Sousa, 1977-</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/11067/8494</id>
    <updated>2026-03-17T09:38:37Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Eleições Legislativas nos Países Baixos (29 de Outubro de 2025)
Autor: Galito, Maria Miguel de Sousa, 1977-
Descrição: Polis. S. 2, n. 12 (2025). ISSN 0872-8208.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>General elections in the Netherlands (2025) : the resilience of social liberalism in the Netherlands : Rob Jetten, D66 and the Valence Puzzle</title>
    <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/11067/8493" />
    <author>
      <name>Coutinho, Ema Marques, 2002-</name>
    </author>
    <author>
      <name>Seia, Cristina Aragão, 1965-</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/11067/8493</id>
    <updated>2026-03-17T09:44:00Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: General elections in the Netherlands (2025) : the resilience of social liberalism in the Netherlands : Rob Jetten, D66 and the Valence Puzzle
Autor: Coutinho, Ema Marques, 2002-; Seia, Cristina Aragão, 1965-
Resumo: The 2025 Dutch legislative elections offer an analytically significant case for examining the structural dilemmas and potential resilience of centrist parties in contemporary European democracies. In a context marked by ideological polarisation, the rise of populist right-wing forces, and the erosion of traditional mainstream actors, the social-liberal party Democrats 66 (D66) emerged as the leading force in a highly fragmented proportional representation system. &#xD;
This outcome appears paradoxical when viewed against the broader European trend often described as the “empty centre” puzzle: although voter preferences frequently cluster around the ideological median, centrist parties struggle to translate programmatic moderation into electoral dominance.&#xD;
Building on spatial theories of party competition and the literature on valence politics, in our opinion, the Dutch case is best explained not by ideological repositioning but by the strengthening of D66’s valence image under the leadership of Rob Jetten. Drawing on the conceptual framework developed by Stokes and subsequent scholarship by Clark, Leiter, and Zur, the analysis highlights the centrality of non-positional attributes - competence, unity, credibility, integrity, and leadership capacity - in shaping voter choice. For centrist parties, whose strategic room for manoeuvre along the Left–Right dimension is structurally constrained, improvements in valence perception may compensate for limited ideological flexibility.; As eleições legislativas neerlandesas de 2025 constituem um caso analiticamente relevante para a compreensão dos dilemas estruturais e da eventual resiliência dos partidos centristas nas democracias europeias contemporâneas. Num contexto marcado pela polarização ideológica, pelo crescimento de forças populistas de direita e pelo enfraquecimento dos partidos tradicionais, o partido social-liberal Democraten 66 (D66) emergiu como a força mais votada num sistema proporcional altamente fragmentado. Este resultado revela-se paradoxal à luz da tendência europeia frequentemente descrita como o “paradoxo do centro vazio”: embora as preferências eleitorais se concentrem em torno do centro ideológico, os partidos moderados enfrentam dificuldades em converter essa posição programática em supremacia eleitoral.&#xD;
Partindo dos modelos espaciais de competição partidária e da literatura sobre política de valência, o presente artigo sustenta que o caso neerlandês se explica não por um reposicionamento ideológico, mas pelo reforço da imagem de valência do D66 sob a liderança de Rob Jetten. Com base no quadro conceptual desenvolvido por Stokes e aprofundado por Clark, Leiter e Zur, destaca-se a importância dos atributos não posicionais — competência, coesão, credibilidade, integridade e capacidade de liderança - na determinação do comportamento eleitoral. Para os partidos centristas, cujo espaço estratégico na dimensão Esquerda-Direita é estruturalmente limitado, a melhoria da perceção de valência pode compensar a reduzida flexibilidade ideológica.&#xD;
Através de uma análise qualitativa e teoricamente fundamentada do resultado eleitoral, o artigo insere o crescimento do D66 nos debates mais amplos sobre as vulnerabilidades eleitorais dos partidos liberais na Europa. Conclui-se que as eleições de 2025 não representam simplesmente um desvio ideológico para o centro-esquerda, mas antes demonstram que o social-liberalismo pode recuperar competitividade através do fortalecimento da liderança e da perceção de competência governativa. O caso contribui, assim, para a discussão sobre se o liberalismo centrista se encontra em declínio irreversível ou se mantém capacidade de renovação estratégica em contextos de polarização política.
Descrição: Polis. S. 2, n. 12 (2025). ISSN 0872-8208.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
  <entry>
    <title>Espaço natural como limite da territorialidade? : alterações climáticas, SIDS e o futuro dos Estados insulares</title>
    <link rel="alternate" href="http://hdl.handle.net/11067/8482" />
    <author>
      <name>Simões, João Carlos Marques, 2000-</name>
    </author>
    <id>http://hdl.handle.net/11067/8482</id>
    <updated>2026-03-17T10:14:26Z</updated>
    <published>2025-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Espaço natural como limite da territorialidade? : alterações climáticas, SIDS e o futuro dos Estados insulares
Autor: Simões, João Carlos Marques, 2000-
Resumo: Climate change has profound effects on human life. Different states and communities have different levels of vulnerability and adaptability to the effects of climate change, and among the most vulnerable states are island countries, particularly the smaller ones. Climate change has specific effects that manifest themselves in the area of human security. Many small island states have already witnessed the forced displacement of human communities. These migration flows occur fundamentally at three levels: (i) intra-island; (ii) inter-island; (iii) and between islands and continental regions. The individuals involved in these flows are referred to as migrants/climate refugees, concepts that are still little discussed and clarified in academic circles. There are various strategies adopted by these states to adapt to the effects of climate change. In this paper we will only analyze two of them. On the one hand, the use of artificial islands as a substitute for the original territory. On the other, the state's digital transition to the metaverse. We will also see that in both cases there are obstacles to these modalities in the fight against climate change and in maintaining the building of a sovereign state.; As alterações climáticas têm efeitos profundos na vida humana. Diferentes Estados e diferentes comunidades apresentam diferentes níveis de vulnerabilidade e capacidade de adaptação face aos efeitos das alterações climáticas, entre os Estados mais vulneráveis encontram-se os países insulares, em particular aqueles de menores dimensões. As alterações climáticas produzem efeitos específicos que se manifestam no domínio da segurança humana. Em muitos dos pequenos Estados insulares temos já assistido à deslocação forçada de comunidades humanas. Estes fluxos de migração verificam-se fundamentalmente a três níveis: (i) intra-ilha; (ii) inter-ilhas; (iii) e entre ilhas e regiões continentais. Designando-se os indivíduos envolvidos nestes fluxos como migrantes/ refugiados climáticos, conceitos ainda pouco discutidos e esclarecidos no meio académico. São várias as estratégias que estes Estados adotam para se adaptarem aos efeitos das alterações climáticas. Neste trabalho iremos apenas analisar duas delas. Por um lado, a utilização de ilhas artificiais como substituto do território original. Por outro, a transição digital do Estado para o metaverso. Veremos ainda que em ambos os casos colocam-se obstáculos a estas modalidades no combate às alterações climáticas e na manutenção da edificação de um Estado soberano.
Descrição: Polis. S. 2, n. 12 (2025). ISSN 0872-8208.</summary>
    <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
  </entry>
</feed>

