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  <title>Repositório Colecção:</title>
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  <id>http://hdl.handle.net/11067/742</id>
  <updated>2026-10-29T22:05:14Z</updated>
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    <title>Prevenção e promoção da saúde : um desafio na formação de psicólogos</title>
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      <name>Löhr, Suzane Schmidlin</name>
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      <name>Melo, Márcia Helena da Silva</name>
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      <name>Salvo, Caroline Guisantes de</name>
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      <name>Silvares, Edwiges Ferreira de Mattos</name>
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    <updated>2021-03-26T13:51:45Z</updated>
    <published>2013-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Prevenção e promoção da saúde : um desafio na formação de psicólogos
Autor: Löhr, Suzane Schmidlin; Melo, Márcia Helena da Silva; Salvo, Caroline Guisantes de; Silvares, Edwiges Ferreira de Mattos
Resumo: A graduação em psicologia busca a formação generalista do futuro profissional, porém, enquanto área de saúde emergente, os cursos de psicologia no Brasil tendem a reproduzir o modelo tradicional curativo, ou seja, pouca ênfase à vocação para prevenção e promoção de saúde permeia a formação do psicólogo. Essa contingência tem deixado lacunas na formação do profissional, visto que poucas ações comunitárias e de reflexão sobre a prevenção e a promoção de saúde são contempladas nos currículos e estágios de formação em psicologia; ações estas que se encontram entre as demandas mais atuais requeridas aos profissionais. Frente a estas necessidades emergentes, este artigo busca descrever propostas de atuação preventiva e de promoção de saúde passíveis de serem desenvolvidas na graduação em psicologia, visando o amplo desenvolvimento pelo aluno de recursos para uma atuação que vá além da perspectiva curativa/ clínica e que contribua para formação generalista do psicólogo. O trabalho é permeado, inicialmente, pelas contribuições à ciência preventiva no âmbito internacional. Em seguida, o texto aborda a realidade brasileira em relação a tais vertentes. Neste ponto são identificados estudos nacionais desenvolvidos nos serviços escola de psicologia que rompem com as intervenções tradicionais. Enfatiza-se a incipiência de intervenções preventivas e promoção de saúde na formação em psicologia tendo em vista as poucas instituições de ensino que incluem em seus currículos disciplinas ou atividades de estágio com tais enfoques. A qualificação de profissionais para atuar preventivamente e na vertente de promoção da saúde é fundamental para auxiliar a sociedade a mudar a perspectiva de atuação.
Descrição: Revista de Psicologia da Criança e do Adolescente. - ISSN 1647-4120. - V. 4, n. 2 (2013). - p. 205-222.</summary>
    <dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Estilos parentais e desenvolvimento positivo em crianças e adolescentes com doença crónica</title>
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      <name>Santos, Teresa Cristina da Cruz Fatela dos, 1977-</name>
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    <updated>2021-03-26T13:52:37Z</updated>
    <published>2013-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Estilos parentais e desenvolvimento positivo em crianças e adolescentes com doença crónica
Autor: Santos, Teresa Cristina da Cruz Fatela dos, 1977-; Matos, Margarida Gaspar de, 1956-; Simões, Maria Celeste Rocha; Camacho, Inês Nobre Martins, 1978-; Tomé, Gina Maria Quinás, 1973-; Moreno Rodríguez, María Carmen
Resumo: A adolescência compreende um período de profundas mudanças biopsicossociais, que pode ser agravado na presença de uma doença crónica e suas limitações. Os modelos educativos/família influenciam fortemente os comportamentos e a socialização, tendo um papel decisivo no desenvolvimento da criança. Papel ainda mais relevante perante uma situação de doença crónica, oscilando entre: necessidades de proteção da saúde, e, de autonomização e responsabilização. O presente artigo tem como objetivo uma abordagem teórica sobre vinculação e estilos parentais, relacionando a sua relevância na adaptação à doença crónica em adolescentes. Foram explanados os vários tipos de estilos parentais, bem como sucintamente enquadradas as principais características de uma condição crónica na adolescência, e, estilos parentais mais eficazes durante o processo de adaptação. Estilos parentais restritivos foram identificados como obstáculos a uma boa adaptação dos jovens com doença crónica, enquanto um estilo parental democrático se apresenta como facilitador da adaptação à doença. A família é um alvo de intervenção crucial numa situação de condição crónica, devido à relação de dependência numa idade em desenvolvimento e também ao impacto para a criança e ambiente familiar. Por sua vez, os pais devem também facilitar a comunicação com os filhos, ajudando-os a adquirir competências de autonomia e monitorização face à doença crónica. Por fim, salienta-se que, cada vez mais é importante “dar voz” aos jovens com doença crónica, de forma a ouvir as suas necessidades, conhecimentos, competências e direitos específicos, e, sobretudo, porque são intérpretes competentes do seu "mundo".
Descrição: Revista de Psicologia da Criança e do Adolescente. - ISSN 1647-4120. - V. 4, n. 2 (2013). - p. 185-203.</summary>
    <dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Características psicométricas da versão portuguesa do inventário da percepção dos professores acerca da melhoria da escola (Leithwood e col., 2006)</title>
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      <name>Dias, Adelaide</name>
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      <name>Oliveira, João Tiago</name>
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      <name>Moreira, Paulo</name>
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    <updated>2021-03-26T13:53:55Z</updated>
    <published>2013-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Características psicométricas da versão portuguesa do inventário da percepção dos professores acerca da melhoria da escola (Leithwood e col., 2006)
Autor: Dias, Adelaide; Oliveira, João Tiago; Moreira, Paulo
Resumo: As percepções dos professores acerca dos esforços de melhoria da escola são um indicador importante para a monitorização e avaliação dos mesmos. Por isso, a existência de instrumentos de avaliação desta dimensão com características psicométricas adequadas é de grande relevância. O objectivo deste estudo foi avaliar as características psicométricas da versão portuguesa do School Improvement Teacher Survey (SITS; Leitwood e col., 2006), o inventário da Percepção dos Professores acerca da Melhoria da Escola (IPPME). Participaram neste estudo 472 professores de agrupamentos de escolas de três municípios do Norte de Portugal. Foram encontrados 3 factores na versão portuguesa do School Improvement Teacher Survey. Ao nível da fidelidade, todas as escalas apresentam valores de alpha de Cronbach acima de .82 (entre .82 e .95) valores consistentes com os da versão original. Os resultados deste estudo sugerem que a versão Portuguesa do instrumento apresenta características psicométricas adequadas para a avaliação das percepções dos professores acerca dos esforços de melhoria.
Descrição: Revista de Psicologia da Criança e do Adolescente. - ISSN 1647-4120. - V. 4, n. 2 (2013). - p. 163-184.</summary>
    <dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Crianças com pais ou mães encarcerados : uma revisão da literatura</title>
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      <name>Reyes Ormeño, Gabriela</name>
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      <name>Maia, Joviane Marcondelli Dias</name>
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      <name>Williams, Lúcia Cavalcanti de Albuquerque</name>
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    <updated>2021-03-26T13:54:32Z</updated>
    <published>2013-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Crianças com pais ou mães encarcerados : uma revisão da literatura
Autor: Reyes Ormeño, Gabriela; Maia, Joviane Marcondelli Dias; Williams, Lúcia Cavalcanti de Albuquerque
Resumo: O presente estudo visou revisar a literatura brasileira e norte-americana de 1998 a 2011 sobre os filhos de pais encarcerados. Foi pesquisada a base SAGE com as seguintes palavras chaves: incarcerated children, children of parents in prison, e no Brasil a base Scielo e Lilacs, com as palavras chaves: filhos de presidiários, filhos de encarcerados, e filhos de mulheres presas. No Brasil foram encontrados cinco artigos, em contraste na literatura americana há inúmeros trabalhos. Sendo assim, optou-se por destacar duas obras: estudo pioneiro de Gabel e Johnston e a meta-análise de Poehlmann, Dallaire, Loper e Shear (2010). A partir dos dados encontrados foi subdividido em 4 categorias: (1) Os filhos de mães/pais encarcerados na America do Norte; (2) Pesquisas com filhos de mães/ pais encarcerados no Brasil; (3) Pesquisas e programas de intervenção com filhos de mães/pais encarcerados na América do Norte; e (4) Políticas Públicas para filhos de encarceradas no Brasil. Conclui-se que há existência de diversos fatores de risco aos quais essas crianças estão expostas, antes e durante o encarceramento de seus progenitores. No entanto, há benefícios positivos quando são realizadas intervenções com esta população, podendo diminuir os possíveis problemas já instalados na vida destas crianças.
Descrição: Revista de Psicologia da Criança e do Adolescente. - ISSN 1647-4120. - V. 4, n. 2 (2013). - p. 141-161.</summary>
    <dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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