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  <title>Repositório Colecção:</title>
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  <updated>2026-10-30T21:35:50Z</updated>
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    <title>África entre crises e a oportunidade de reposicionar-se no sistema internacional</title>
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      <name>Barros, Manuel Agostinho, 1980-</name>
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    <updated>2024-11-25T16:08:24Z</updated>
    <published>2019-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: África entre crises e a oportunidade de reposicionar-se no sistema internacional
Autor: Barros, Manuel Agostinho, 1980-
Resumo: As tentativas de afirmação política e económica da África no sistema internacional remonta da década de 60 do século XX, altura em que maior parte dos seus Estados alcançaram as suas independências. O período coincide com a criação da Organização de Unidade Africana (OUA), hoje União Africana (UA), em 25 de Maio de 1963, data que passou a ser celebrada como dia da África. Passados metade do século (57 anos), o esforço de construção de uma África próspera e pacificada tem sido dificultada por um conjunto de entraves. Este quadro tem relegado ao segundo plano o papel do continente no contexto global, mas também contribuido para a imagem negativa que é atribuida a África. É bem verdade que o continente está cheio de desafios, contudo é também de imensas oportunidades.&#xD;
É em função disso que o presente artigo procura fazer um breve balanço da África a partir dos finais da década de 1990 através de duas dinâmicas, a saber: a sócioeconómica, e a política – segurança. Pretende-se com isso ilustrar entre várias, algumas das razões na base da sua vulnerabilidade e fraqueza, e a partir delas identificar oportunidades que possam contribuir para o seu reposicionamento internacional, o que é do interesse tanto da África, como do resto do mundo devido as suas potencialidades e localização geográfica.
Descrição: Lusíada. Política internacional e segurança. - ISSN 1647-1342. - S.1, N. 17-18 (2019).</summary>
    <dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Moving borders between Kosovo and Servia : opening up the Balkans Pandora’s Box?</title>
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      <name>Fernandes, Vítor Manuel Ramon, 1960-</name>
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    <updated>2024-11-25T16:15:20Z</updated>
    <published>2019-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Moving borders between Kosovo and Servia : opening up the Balkans Pandora’s Box?
Autor: Fernandes, Vítor Manuel Ramon, 1960-
Resumo: The article analyses the possibility of Pristina and Belgrade accepting to change Kosovo’s borders and its likely consequences for peace in the Balkans. It argues that such a possibility raises worries of further instability – including war – returning to the region as other minorities feel discriminated against and the will for independence or integration in a neighbouring country grows and turns into a chain reaction. The logic of exchanging some of North Kosovo municipalities with a Serb majority for some eastern Serbian ones of Albanian majority is one of separation of ethnic groups. This goes against the prevailing consensus although the opinion of part of the international community seems to be shifting. However, Kosovo is not just a territory of Albanian majority where many Serbs live. It is also the melting pot where the Serbian orthodoxy and culture come together with its churches and monasteries dating back to the Middle Ages. The reality is that since the end of the war nearly twenty years ago and several attempts to pacify Kosovo the region remains very unstable. The UN Security Council Resolution 1244 and the Ahtsaari plan in 2007 for a multi-ethnic and democratic Kosovo were insufficient to generate a mutually accepted solution although it conceded several rights to the Serb minority and protection of their religious monasteries under international supervision. Furthermore, most of the negotiations that occurred since the 2011 clashes led to agreements hardly ever implemented and part of the region, notably North Kosovo, still remains very unstable.
Descrição: Lusíada. Política internacional e segurança. - ISSN 1647-1342. - S.1, n. 17-18 (2019). - p. 111-123.</summary>
    <dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Guerra assimétrica reversa : um estudo sobre a exteriorização fenomenológica da assimetria reversa nos conflitos contemporâneos</title>
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      <name>Friede, Roy Reis</name>
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    <updated>2024-11-25T16:21:28Z</updated>
    <published>2019-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Guerra assimétrica reversa : um estudo sobre a exteriorização fenomenológica da assimetria reversa nos conflitos contemporâneos
Autor: Friede, Roy Reis
Resumo: O presente trabalho objetiva analisar a fenomenologia da Assimetria Reversa, como elemento de limitação do emprego do poder militar no campo de batalha e no contexto amplo dos conflitos bélicos de quarta geração, procurando também demonstrar os persistentes equívocos quanto à utilização, genérica e a técnica, da expressão “Guerra Assimétrica”.
Descrição: Lusíada. Política internacional e segurança. - ISSN 1647-1342. -  S. 1, n. 17-18 (2019).</summary>
    <dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Desafios para a gestão da água no século XXI</title>
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      <name>Freitas, Maria João</name>
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    <updated>2024-11-25T16:26:34Z</updated>
    <published>2019-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Desafios para a gestão da água no século XXI
Autor: Freitas, Maria João
Resumo: Em abril quando me abalancei no desafio de desenvolver um racional sobre a gestão da água no século XXI na perspetiva das Ciências Sociais, no âmbito de um Seminário sobre a Água e as Relações Internacionais, uma das ideias que emergiu imediatamente foi o papel político absolutamente crucial que a gestão deste recurso assumia para dois dos grandes desafios globais que neste século se encontram em cima da mesa para a humanidade. Por um lado, e de forma quase óbvia, o Desafio Ambiental e todos os impactes que este aporta em termos de alterações climáticas para a gestão deste recurso, a exigir abordagens holísticas, genialidade e vontades transnacionais comprometidadas em inovar abordagens e soluções. Por outro, embora (infelizmente!) de forma menos óbvia e menos assumida, o Desafio Societal no que este instiga ao envolvimento e implicação de múltipos atores para ações de natureza colaborativa num contínuo de diálogos e interdependências relevantes à sua abordagem - desde o nível mais micro e individual (na configuração de hábitos e quotidianos) a níveis mais globais (na configuração de decisões estratégicas e sistemas de governação e governança bem mais complexos).
Descrição: Lusíada. Política internacional e segurança. - ISSN 1647-1342. - S. 1, n. 17-18 (2019).</summary>
    <dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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