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  <title>Repositório Colecção:</title>
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  <id>http://hdl.handle.net/11067/1602</id>
  <updated>2026-10-30T04:27:38Z</updated>
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    <title>A capela da Santíssima Trindade da Quinta da Regaleira</title>
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      <name>Abade, Vânia Cristina Fartouce, 1986-</name>
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    <updated>2015-09-11T15:03:14Z</updated>
    <published>2015-09-11T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: A capela da Santíssima Trindade da Quinta da Regaleira
Autor: Abade, Vânia Cristina Fartouce, 1986-
Resumo: Construída na exuberante Quinta da Regaleira, a Capela da Santíssima Trindade foi projetada por Luigi Manini no estilo Neomanuelino, nos finais do século XIX. O Neomanuelino surge numa época de grandes tensões sociais e políticas, marcada pela busca de identidade do país, através do retorno a um passado glorioso, de forma a estimular o progresso material, bem como a unificação do país. Sendo um arquiteto formado em escolas italianas, Manini teve a necessidade de estudar a arte manuelina, com o intuito de não só a conseguir transpor para a sua arquitetura, como para as mais variadas alfaias litúrgicas. Tendo como inspiração grandes ícones da arquitetura Manuelina, Luígi Manini não só reinterpretou elementos arquitetónicos, como ainda aplicou vastos conhecimentos cenográficos, adquiridos enquanto cenógrafo. Este artigo consiste na análise de todo o seu contexto histórico, bem como dos principais elementos de cariz simbólica presentes no templo. Embora muitos investigadores afirmem que toda a quinta segue uma linguagem maçónica, o objectivo deste estudo prende-se na análise enquanto obra do Neomanuelino. Contudo, uma vez que o simbolismo faz parte de todo o conjunto, a fim de perceber o porquê de algumas das soluções apresentadas, apontaram-se várias possibilidades interpretativas para cada elemento.
Descrição: Revista arquitectura Lusíada. - ISSN 1647-9009. - N. 5 (1.º semestre 2014). - p. 211-229</summary>
    <dc:date>2015-09-11T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Figuração espacial : a poética da construção, a tectónica enquanto arte</title>
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      <name>Runa, Tiago Miguel Rossa Marcelo, 1987-</name>
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    <updated>2015-09-11T14:56:27Z</updated>
    <published>2015-09-11T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Figuração espacial : a poética da construção, a tectónica enquanto arte
Autor: Runa, Tiago Miguel Rossa Marcelo, 1987-
Resumo: Existem na arquitectura três elementos que desde sempre foram indissociáveis: a estrutura, a forma e o espaço.&#xD;
A forma da arquitectura esteve invariavelmente e quase sempre relacionada com a estrutura. Desde a antiguidade, onde as paredes (pesadas massas de alvenaria), incorporavam a inseparável necessidade de suportar, de limitar e compor o espaço, até à modernidade onde pelo uso de novos materiais foi possível transferir e concentrar as cargas em estruturas pontuais, criando um esqueleto, a estrutura sempre fez parte da composição do espaço, sempre o "estruturou", como refere Alberto Campo Baeza. Para além de suportar as cargas e de as transmitir ao solo a "estrutura" transmite ordem ao espaço, é um elemento importante na sua configuração.&#xD;
"A estrutura não só suporta, não só aguenta, como quando bem concebida e afinada, só precisa de ser atravessada pela luz e pelo ar para, como um bom instrumento musical, tocar e tocar bem" (Baeza; 2011; 48).
Descrição: Revista arquitectura Lusíada. - ISSN 1647-9009. - N. 5 (1.º semestre 2014). - p. 195-210</summary>
    <dc:date>2015-09-11T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Espaços de transição : confronto entre exemplos de arquitectura do passado e do presente</title>
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      <name>Vilhena, Mariana Martins de, 1988-</name>
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    <updated>2015-09-11T14:52:12Z</updated>
    <published>2015-09-11T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Espaços de transição : confronto entre exemplos de arquitectura do passado e do presente
Autor: Vilhena, Mariana Martins de, 1988-
Resumo: No presente artigo são estudados os espaços de transição a partir do confronto entre os exemplos de arquitectura do passado e do presente. A transição entre os espaços que habitamos é assim o objecto de estudo, pela sua importância e complexidade, por poderem unir, separar, continuar, acabar ou começar um projecto de arquitectura. Por existirem no passado e serem uma realidade do presente, por aquilo que significam para a arquitectura, enquanto elementos estruturadores da forma e do desenho, e para o homem, enquanto espaço de reflexão, de preparação, uma charneira entre diversas realidades. Não se trata apenas de tentar compreender a passagem do exterior para o interior atravessando uma fachada, é aqui apresentada uma reflexão sobre os espaços de transição como elementos complexos e fundamentais para uma arquitectura que possibilita um forte diálogo entre o homem, espaço limitado e envolvente.
Descrição: Revista arquitectura Lusíada. - ISSN 1647-9009. - N. 5 (1.º semestre 2014). - p. 177-193</summary>
    <dc:date>2015-09-11T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Arquitecturas sem conteúdo : estruturas arquitectónicas na requalificação das cidades "big box"</title>
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      <name>Silva, Liliana do Amaral Nóbrega e, 1989-</name>
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    <updated>2015-09-11T14:48:36Z</updated>
    <published>2015-09-11T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Arquitecturas sem conteúdo : estruturas arquitectónicas na requalificação das cidades "big box"
Autor: Silva, Liliana do Amaral Nóbrega e, 1989-
Resumo: Cidades contemporâneas caóticas, com centros abandonados, periferias fragmentadas, desqualificadas e esquecidas. Este artigo pretende provocar uma reflexão e aprofundamento na procura de soluções arquitectónicas e estratégicas de intervenção e requalificação dos espaços urbanos colectivos. A arquitectura faz-se não apenas construindo volumes mas também desenhando vazios. Vazios que são cada dia mais preciosos e escassos em cidades massificadas. Ao longo desta investigação para a dissertação de mestrado, na qual este artigo se baseia, introduziram-se ideias e conceitos essenciais, para as cidades num futuro próximo. Procura-se olhar para a realidade do espaço urbano, tentando encontrar as suas falhas e ineficiências. Indo, cirurgicamente e aos poucos, curando pequenos 'cancros' persistentes e muitas vezes invisíveis aos olhos de quem os visita e habita. Apresenta-se neste artigo, um resumo e aprofundamento das ideias introduzidas por Kersten Geers, arquitecto Belga, nos seminários do curso de arquitectura da universidade Accademia di Architettura di Mendrisio, Suíça em 2012. Introduzem-se alguns casos de estudo, a um primeiro nível fora de Portugal e depois em Lisboa e arredores, fazendo a transição para uma realidade conhecida de todos e abrindo, desta forma, a discussão às cidades portuguesas.
Descrição: Revista arquitectura Lusíada. - ISSN 1647-9009. - N. 5 (1.º semestre 2014). - p. 155-175</summary>
    <dc:date>2015-09-11T00:00:00Z</dc:date>
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