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dc.contributor.advisorCoelho, Maria Manuela Martins Saraiva Sarmento, 1952-por
dc.contributor.authorGodinho, Eduardo Jorge Palhares, 1981--
dc.date.accessioned2013-10-11T10:06:08Z-
dc.date.available2013-10-11T10:06:08Z-
dc.date.issued2012-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11067/481-
dc.descriptionDissertação de mestrado em Gestão, Universidade Lusíada de Lisboa, 2012.por
dc.descriptionExame público realizado em 8 de Novembro de 2012.por
dc.description.abstractOs serviços de cuidados intermédios pelo seu posicionamento estratégico nas instituições de saúde hospitalares têm uma importância vital uma vez que podem garantir uma otimização do custo/eficácia dos cuidados de saúde ali praticados. O excesso de carga de trabalho de enfermagem nestes serviços é um dos problemas que pode assombrar e condicionar a qualidade do serviço prestado ao consumidor final pondo em causa uma adequada relação custo/benefício dos cuidados de saúde prestados. Para fazer face às consequências de eventos de sobre ou subdimensionamento, surgem os instrumentos de medição de carga de trabalho em enfermagem como uma mais-valia nas diversas vertentes da gestão. Este estudo tem como objetivo determinar um rácio enfermeiro/doente ideal para serviços de cuidados intermédios, assim como identificar de entre as atividades de enfermagem desenvolvidas neste contexto quais as que condicionam ou não o mesmo rácio. Trata-se de um estudo quantitativo, utilizando o método de procedimento estatístico através da técnica da aplicação de um instrumento de medida, o Nursing Activities Score, um instrumento de medida de carga de trabalho de enfermagem em serviços que prestem assistência intensiva. Este instrumento foi implementado durante 15 dias no serviço de cuidados intermédios do Hospital X perfazendo 150 registos do instrumento. Da análise de resultados sobressai o peso percentual de alguns grupos de atividades de enfermagem face aos seus valores máximos teóricos: atividades básicas – 34,77%, atividades suporte ventilatório – 33,09%, atividades suporte renal – 39,05%, confirmando-os como aqueles que condicionam o rácio enfermeiro/doente. A principal conclusão recai sobre o rácio enfermeiro/doente para o serviço de cuidados intermédios do Hospital X, que deverá estar compreendido entre os 1,72 e os 2 doentes por enfermeiro, com uma média de 1,85 doentes por enfermeiro, o que pressupõe um rácio operacional de 2 doentes por enfermeiro.por
dc.language.isoporpor
dc.rightsopenAccesspor
dc.subjectAvaliação da enfermagempor
dc.subjectEnfermeiro e pacientepor
dc.subjectServiços de enfermagem - Gestão de pessoalpor
dc.subjectHospitais - Gestão de pessoalpor
dc.titleIdentificação e análise do rácio enfermeiro/doente em serviços de cuidados intermédiospor
dc.typemasterThesispor
degois.publication.locationLisboapor
dc.identifier.tid201782227-
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