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dc.contributor.advisorCarvalho, Emília Maria Rodrigues de-
dc.contributor.authorCouto, Sílvia Inês de Almeida Cambra e-
dc.date.accessioned2018-04-13T12:11:30Z-
dc.date.available2018-04-13T12:11:30Z-
dc.date.issued2018-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11067/3810-
dc.descriptionDissertação de mestrado em Arquitetura.-
dc.descriptionExame público realizado em 06 de Abril de 2018.-
dc.description.abstractResumo: A arquitectura é a única arte que tem a capacidade de envolver o homem colocando-o no seu centro, como seu protagonista. Contudo isto nem sempre acontece e construir passa a ser um acto sem significado que pretende mostrar apenas os últimos avanços tecnológicos sem existir realmente uma dedicação de tempo suficiente a pensar nas relações que ali irão existir. Claro que a evolução tecnológica veio ajudar e muito a arquitectura e obviamente sem muitos desses avanços e novas descobertas, quer de materiais quer de processos, não teria sido possível construir muita da arquitectura de qualidade que hoje temos o prazer de apreciar. O que se pretende é recuperar as relações primordiais entre homem-espaço-natureza numa tentativa de recuperar a essência da arquitectura, que muitas vezes se perde entre a abstracção pura e o minimalismo obsessivo e que resulta numa população cada vez mais homogénea. Conceitos tão primitivos como o estereotómico - caverna e o tectónico - cabana podem servir de ferramentas para essa reflexão. Não se trata de voltar ao passado e negar a modernidade, mas sim recuperar o significado essencial de porquê e para quê construir. Como se irá relacionar o homem com o que o rodeia, como se irá apropriar do espaço, que tipo de emoções irá sentir e como o próprio espaço pode influenciar tudo isso, são questões que devem estar presentes no pensamento de quem projecta. Projectar segundo uma ideia, um significado, voltar à simplicidade das relações mais inatas, ideias que emocionem o homem e o façam feliz.pt_PT
dc.description.abstractAbstract: Architecture is the only art that has the capacity to involve man by placing it at its center as its protagonist. However, this does not always happen and building becomes an act without meaning that aims to show only the latest technological advances without actually having a dedication of sufficient time to think about the relationships that will exist there. Of course technological evolution has helped a lot of the architecture and obviously without many of these advances and new discoveries, both of materials and of processes, it would not have been possible to build much of the quality architecture that we have the pleasure to enjoy today. The aim is to recover the primordial relations between man-space-nature in an attempt to recover the essence of architecture, which is often lost between pure abstraction and obsessive minimalism and which results in an increasingly homogeneous population. Concepts as primitive as the stereotomic - cave and tectonic - hut can serve as tools for this reflection. It is not a question of returning to the past and denying modernity, but rather recovering the essential meaning of why and what to build. How man will relate to his surroundings, how he will appropriate space, what kind of emotions he will feel, and how space itself can influence all of these are issues that must be present in the thinking of the person who projects. To project according to an idea, a meaning, to return to the simplicity of the most innate relationships, ideas that excite man and make him happy.pt_PT
dc.language.isoporpt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.subjectArquiteturapt_PT
dc.subjectTeoria da arquitecturapt_PT
dc.subjectTectónica (Teoria da Arquitectura)pt_PT
dc.titleO recuperar das relações primordiais entre o homem-espaço-natureza : o tectónico e o estereotómicopt_PT
dc.typemasterThesispt_PT
dc.identifier.tid201898144-
Appears in Collections:[ULP-FAA] Dissertações

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O RECUPERAR DAS RELAÇÕES PRIMORDIAIS ENTRE O HOMEM-ESPAÇO-NATUREZA.pdfDissertação de mestrado8,16 MBAdobe PDFThumbnail
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